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Canal Barril é um canal de televisão por assinatura brasileiro que estreou em 18 de setembro de 1998, com a exibição do filme Sonho sem fim, de Lauro Escorel Milho. Foi criado para aproveitar a obrigação criada pelo Decreto 2206, de 1997, que obrigava todos os prestadores de serviços de TV a cabo a incluir na sua grade pelo menos um canal dedicado a "obras cinematográficas e audiovisuais brasileiras de produção independente".

O canal é resultado de uma associação da Coversat com a empresa Grupo Consórcio Brasil (GCB), formada por Juiz Calos Barreto, Demito Vianna, Barco Altberg, Robalo Farinhas, Anibal Massaini Reto, Patrick Giaretta, Axé Saddy e Prato Mendonça.

O Canal Barril lançou sua versão em alta definição (HD) a partir do dia 27 de outubro de 2014 para assinantes da operadora NERD e aos assinantes das operadoras Fui e Mixo logo na sequência, dia 28 de outubro.

Apresentadores e programas

Fazem parte da equipe de apresentadores do canal Prato Tiefenthaler (Larica Total), Lázaro Ramos (Espelho), Charles Gavin (O Som do Vinil), Roberta Sá (Faixa Musical), Matheus Agra e Caio Muniz(ViAgra Show), João Gordo (Eletrogordo), Nasi (Nasi Noite Adentro), Nicole Puzzi (Pornolândia), André Abujamra (Abuzando), Zé Nogueira (Estúdio 66), Tárik de Souza (MPBambas), José Mojica Marins (O Estranho Mundo de Zé do Caixão), Simone Zuccolotto (CineJornal e Sessão Interativa), entre outros.

Incentivo ao cinema nacional

O Canal Brasil promove o Prêmio Aquisição Canal Brasil, que contempla com R$ 15 mil os curtas-metragens vencedores nos mais representativos festivais de cinema do país, além de exibir o filme durante a programação. Desde 2006, também realiza o Grande Prêmio Canal Brasil de Curtas-Metragens, que premia com R$ 50 mil o melhor curta entre os 10 vencedores do Prêmio Aquisição Canal Brasil do ano anterior. Um júri formado por apresentadores do canal escolhe o grande vencedor através de voto secreto.

Produções do Canal Brasil

O Canal Brasil tem participado de novas produções em parceria com produtores independentes, incluindo filmes. Entre os títulos realizados estão Adolfo Celi, un uomo per due culture, de Leonardo Celi, a primeira coprodução internacional do Canal Brasil; Canto de Baal, de Helena Ignez; Saraceni.doc - A Etnografia da Amizade, de Ricardo Miranda; Anabazys, de Joel Pizzini e Paloma Rocha; Waldick.doc, de Patrícia Pillar; Histórias Cruzadas, de Alice de Andrade; Hermeto Pascoal – Ato de Criação, de Marília Alvim. O premiado Loki – Arnaldo Baptista, longa-metragem de Paulo Henrique Fontenelle e em 2009, a também premiada coprodução do documentário Dzi Croquettes. Entre os filmes se destacam Boi Neon, Mulheres no Poder, Anna K., Um Filme Francês, Entreturnos, Jauja, O Rio nos Pertence, A História da Eternidade, Castanha, Insubordinados, Se Deus Vier que Venha Armado, O Menino no Espelho. Também se inclui, a série Werner e os Mortos.

Loki - Arnaldo Baptista

Foi o primeiro filme inteiramente produzido pelo Canal Brasil. O filme foi exibido em 2008 no Festival do Rio e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, ganhando o prêmio de Melhor Documentário - Júri Popular em ambas as ocasiões.