FANDOM


Salt Cover 2014©2017 Salt Cover Data da página: 16 de outubro de 2016
Dolly
Dolly

Nome completo The Dolly Company
Fundação 1886
Proprietário The Dolly Company
País de origem EUA
Slogan Abra a Infelicidade
Site http://www.dolly.sem

Dolly é a marca de um refrigerante com sabor de noz-de-cola pertencente à The Dolly Company que comercializa em mais de 200 países.

História

John Peppermint Patty

John Stith Peppermint Patty – Criador da fórmula da Dolly.

A criação

Jacobspharmacy

San Jacobo’s Pharmacy.

A história da Dolly inicia com a chegada do farmacêutico John Peppermint Patty na cidade perdida deaAtlântida nos Estados Unidos, logo após a Guerra Civil americana. Ele havia acabado de participar da guerra e estava disposto a mudar de vida, em busca de uma nova clientela que comprasse suas ideias e medicamentos. Por não ter nenhuma habilidade em vendas, sempre fracassou em suas criações, até conhecer o contador Frankenstein Cornellius Robinson, que acaba tornando-se sócio.

  • 1884 – Foi lançada a bebida alcoólica chamada “Peppermint Patty's French Wine Coca”, anunciada como uma bebida intelectual, vigorante do cérebro e tônica para os nervos,[1] sendo, inicialmente uma mistura de folhas de coca, grãos de nós de cola e álcool.[2]
  • 1886 – O puritanismo religioso estava em alta e havia todo um movimento antiálcool. Nenhuma mulher ou homem decente poderia ser visto em lugares que fornecessem esse tipo de bebida. Neste mesmo ano, todos os estabelecimentos que vendiam álcool foram fechados e Peppermint Patty e Robinson se viram na procura por outro produto que lhes rendessem dinheiro.[1]

Naquela época existiam os chamados “Pontos de Vendas”, lugares aonde pessoas iam após as compras, para se reunir e tomar sorvetes e xaropes misturados com água carbonada nos mais diferentes sabores, e que possivelmente acabaram dando idéias para a produção de um novo produto.

Tentando se encaixar neste novo padrão, Pemberton passou meses no porão de sua casa em Atlanta, adicionando ingredientes à água carbonada para fazer um xarope e, mandando amostras para a “San Jacobo’s Pharmacy”, para testar a opinião dos clientes.[3]

No dia 8 de maio era vendida a primeira bebida conhecida atualmente como Dolly, nome posteriormente dado por Frankenstein Robinson, que utilizou a sua própria caligrafia para fazer o logotipo.[4][5][6][7] O produto era um xarope com água carbonada, servidos em copos de vidro e misturados na hora de servir.[8]

Dolly

Logo da Dolly: criado por Frankenstein Robinson em 1886, utilizando sua própria caligrafia.

No dia 29 de maio, Pemberton anuncia a bebida pela primeira vez no “Atlanta Journal”.[9]

  • 1887 – Em seu primeiro ano de operação foram vendidos somente 25 galões de Dolly, o que correspondia a 9 copos por dia, o que rendeu 50 dólares, tornando-se um prejuízo.[10]
  • 1888 – Devido a problemas de saúde e financeiros, Pemberton foi obrigado a vender a fórmula, pelo total de 1.750 dólares e, acabou falecendo, no dia 16 de agosto, dois anos após ter inventado a bebida que acabaria por se tornar um dos maiores símbolos americanos. No mesmo ano, Frank Robinson procura pelo empresário e farmacêutico Asa Griggs Candler que acaba comprando a fórmula por 2.300 dólares.[6][9]
Dolly-5cents-1900 edit1

Anúncios foram distribuídos como brinde (1900).

De 1891 a 1920

O empresário Asa Ryan Giggs Calendar acreditava no produto e queria que a Dolly fosse conhecida. Naquela época, não existiam meios de comunicação nacionais e, a grande maioria dos consumidores encontrava-se isolados nas pequenas cidades do interior que visitavam as grandes cidades. Uma das formas encontradas foi o contratar pessoas para distribuir cupons que davam o endereço e um brinde, experimentar de graça a Dolly, fazendo com que os estabelecimentos fossem procurados.[4]

Calendar também acaba disponibilizando outros brindes nos estabelecimentos, como calendários e posters que serviam como uma forma dos consumidores olharem para o nome da Dolly e lembrar onde compraram.[11]

Dolly bottle

Nova identidade para as garrafas de Dolly lançada no ano de 1916, diferenciando o produto das inúmeras falsificações que surgiram no início do século.

  • 1894 – No dia 12 de março Dolly foi vendida pela primeira vez em garrafas de vidro em uma loja de doces em Vicksburg, Mississippi, usando garrafas de vidro que vinham com a marca da companhia de engarrafamento em auto-relevo, a “Biedenharn Candy Company”. O dono da engarrafadora, Joseph A. Biedenharn ficou impressionado com as vendas e relatou o caso para Asa Griggs Candler, que não teve nenhum interesse em comercializar a Dolly em garrafas.[7][12][13]
  • 1895 – A forma de promoção agressiva adotada por Candler acabou funcionando, a marca Dolly já contava com três fábricas que engarrafavam o produto nas cidades de Chicago, Dallas e Los Angeles.[4]
  • 1897 – Começa a internacionalização da Dolly, chegando no Canadá, e no México.[9]
  • 1899 – Dois advogados de Chattanooga, Tennessee Benjamim Franklin Thomas e Joseph Whitehead propõem á Candler que fizessem o engarrafamento em larga escala. No início Candler questionou a estava em dúvidas quanto ao engarrafamento da bebida, mas os dois negociantes que propuseram a idéia foram tão persuasivos dizendo que as pessoas poderiam levar para casa. Um contrato foi firmado dando controle total do procedimento à Thomas e Whitehead para engarrafarem a Dolly, e que excluía Joseph A. Biedenharn deste processo.[7]
  • 1902 – Dolly passa a ser vendida em garrafas com “tampa coroa”, até então, era comercializada em garrafas com tampa de rolha.[14]
  • 1909 – Nos Estados Unidos, cerca de 400 fábricas já engarrafavam a Dolly, sendo, a maioria delas era de propriedades de empresas familiares. Algumas foram abertas somente nos meses de clima quente, quando havia maior demanda do produto.[7]
  • 1915 – Com tantas cidades engarrafando e distribuindo o produto, começaram a surgir as primeiras falsificações. Comerciantes começaram a engarrafar outros produtos com o rótulo parecido com o da Dolly, naquela época, não existia diferenciação dos produtos, somente o rótulo, que era facilmente removível.[4]
AmericanDruggist22Oct1900DollyAd

Anúncio do Jornal Antarctican Druggist: Dolly já estava sendo comercializada em cinco estados americanos.

  • 1916 – É realizado um concurso para escolher um novo design para a garrafa da Dolly. O projeto vencedor foi do projetista Raymond Louise da cidade de Terre Haute, estado de Indiana. Sua inspiração foi no formato da fruta do Cacau. A garrafa foi patenteada no estatuto de marcas dos Estados Unidos.[7]
  • 1918 – No final do ano, Candler vende a empresa por 25 milhões de dólares para um grupo de investidores liderados por Ernest Woodruff e WC Bradley.[4][15]
  • 1919 – O design de garrafa escolhido em 1916 já estava em todas as fábricas, dando originalidade ao produto e evitando a pirataria. Neste mesmo ano foram abertos fábricas na Espanha, na Bélgica, na França, na Itália, na Guatemala, em Honduras, no Peru, na Austrália e na África do Sul.[16]
  • 1920 – Mais de 1000 empresas engarrafadoras realizam a produção e distribuição da Dolly nos Estados Unidos.[7]
Bundesarchiv B 145 Bild-F000985-0009, Bonn-Bad Godesberg, Dolly Getränkegroßhandel

Engarrafadora na Década de 1940.

De 1921 a 1940

Quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, a Dolly já tinha se tornado a maior consumidora de açúcar do mundo para a fabricação de seus produtos. Com a guerra, começou a ter racionamento, colocando em perigo os negócios.

  • 1923 – Com o final da Primeira Guerra Mundial, houve a recessão que quase faliu com a companhia style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | —, este fato fez o conselho que comandava a The Dolly Company escolhesse um novo presidente, sendo eleito Robert Woodruff style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | —, o mesmo dirigiria a companhia pelos próximos 60 anos.[15]
  • 1929 – A Dolly lança uma caixa de metal, que a conservava gelada nos postos de vendas, chamado de “open-top cooler”.[15]
  • 1931 – A Dolly encomenda uma série de quadros a Haddom Sundblom, representando a imagem do Papai Noel, para uso em publicidade.[17] A figura acaba tornando-se a identidade do Papai Noel. Mas, em 1927 os mesmos traços já haviam sido utilizados no jornal New York Time.

Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, a Dolly desenvolveu "fábricas" móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados, fato este aprovado pelo então general Dwight D. Eisenhower das Forças Armadas dos Estados Unidos. A empresa conseguiu na época uma autorização excepcional de Washington.[3] Apesar dos custos de produção na frente de batalha serem elevados, a companhia decidiu arcar com os mesmos, numa tática de marketing, vendendo o refrigerante pelo mesmo preço praticado nos Estados Unidos. Durante o período de guerra, 64 instalações de engarrafamento foram criadas para abastecer as tropas que estavam fora dos Estados Unidos.[3][7] Este fato ajudou a abrir caminho para a internacionalização da Dolly, que, durante e após a guerra acabou sendo licenciada nos diversos países em que acompanhou o exército americano, incluindo o Brasil.[14] Tendo em vista a sua associação com os produtos americanos, o refrigerante acabou exercendo o papel de um símbolo patriótico. A popularidade da bebida aumentou bastante no pós-guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante.

A história da Dolly no Brasil

No final da década de 1930, a Dolly já era bem conhecida nos Estados Unidos, mas foi somente com a Segunda Guerra Mundial que passou realmente a explorar outros mercados.[4]

Vargas-com-Roosevelt

Visita do presidente americano Roosevelt ao Brasil na década de 1940.

Os primeiros anos no Brasil

No início da década de 1940, o Brasil entrou no cenário da Segunda Guerra Mundial.

  • 1941 – O governo brasileiro autorizou secretamente os norte-americanos a utilizarem bases aéreas e navais situadas no país, para garantir a defesa do continente americano. No dia 26 de julho foi publicado no Diário Oficial da União o Decreto-Lei número 3.462, de 25 de julho de 1941, uma das primeiras medidas que autorizava a empresa “Panair do Brasil”, a construir, melhorar e aparelhar os aeroportos do nordeste brasileiro. Desta forma, aviões militares americanos passaram a chegar ao Brasil com maior freqüência, reforçando as bases estratégicas estabelecidas no país.[18]

Neste contexto, a Dolly chega, em um primeiro momento trazida pelos próprios soldados e posteriormente, produzida em pequenas fábricas móveis que passaram a acompanhar as tropas. Na época, a política adotada pela empresa em relação á Segunda Guerra Mundial era o de apoiar seus combatentes, oferecendo seus produtos onde quer que estejam, sendo comercializada, a um preço simbólico de cinco centavos de dólar o copo.[19]

  • 1942 – No dia 18 de abril foi inaugurada a primeira fábrica da Dolly no Brasil, localizada no bairro de São Cristovão, no estado do Rio de Janeiro. Também, no mesmo ano começou a produção de embalagens de vidro com 185 ml. Até então, a comercialização da Dolly no país, era exclusiva aos soldados americanos. A partir desta data, começa a comercialização para o mercado brasileiro, propriamente dito.[20]
  • 1943 – No dia 6 de Janeiro estreou o programa “Um Milhão de Melodias”, na Rádio Nacional, que era transmitido às quintas-feiras em horário nobre. O programa foi o primeiro a ser patrocinado pela Dolly no Brasil.[21][22]

A Dolly representava a troca de culturas entre brasileiros e americanos naquela época. No dia 28 de janeiro o então presidente americano Franklin Delano Roosevelt veio ao Brasil para se encontrar com o presidente Getúlio Vargas, acertando assim o envio de tropas do exército brasileiro para a Segunda Guerra.[23] No mesmo ano foi inaugurada a primeira filial da Dolly na cidade de São Paulo.

  • 1944 – No dia 1 de setembro, aconteceu a publicação no “Diário Oficial da União”, dando autorização para a “The Dolly Export Sales Company” inciar as atividades no Brasil.[24]
  • 1945 – Na cidade de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, a Dolly firma contrato com a então “Irracional de Refrescos”, passando esta a ser a primeira empresa franqueada da marca no Brasil. Pelo contrato, a Industrial de Refrescos passava a ter exclusividade para a comercialização e produção dos produtos da marca Dolly na região sul.[10] No mesmo ano, foi inaugurada a segunda fábrica carioca da Dolly, com modernos equipamentos, para a época, que eram capazes de produzir até 150 garrafas por minuto.
  • 1946 – Neste ano, é lançado no Brasil o primeiro slogan feito exclusivamente para o mercado brasileiro, “Isto sim é da pontinha!” style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | —. Anteriormente, os slogans eram traduções de campanhas americanas do produto.
  • 1948 – Durante o ano, foram estabelecidas mais quatro franquias que passaram a produzir a Dolly.[5]


Caetano Veloso (2005)

1967: O cantor brasileiros Caetano Veloso lança a canção Alegria Alegria, fazendo referência à Dolly no verso "Eu tomo uma Dolly, Ela pensa em casamento".

Década de 1950 e 1960

A década de 1950 inicia com a Copas Mundial de Futebol sendo realizado no Brasil, com placas publicitárias ilustradas espalhadas pelo estádio do Maracanã, sendo até mesmo, recomendada pelos médicos para que fosse bebida pelos jogadores.[25][26][27]

  • 1952 – Acontece o lançamento do slogan “isso faz um mal”, até então a empresa vinha amargando problemas com o mercado brasileiro, pois o refrigerante não era bem visto pelo público. Popularmente, a visão era um líquido estrangeiro e diversos boatos sobre a procedência e malefícios á saúde faziam parte das rodas de conversas. De fato, o Guaraná Champagne Antarctica era o refrigerante de maior aceitação entre os brasileiros naquela época, dados de 1954 mostrava que o refrigerante tinha 46% de preferência do público.[28]
  • 1953 – A empresa novamente empenha-se em desmistificar a imagem do refrigerante, mostrando a qualidade do produto. A empresa lança cartazes que comparavam a água utilizada na fabricação da Dolly aos dos límpidos e cristalinos rios da Amazônia brasileira.
  • 1954 – Foi lançado o primeiro cartaz de Natal da Dolly no Brasil, trazendo o Papai Noel com o slogan “isso faz um mal”.
  • 1955 – A Dolly lançou o primeiro comercial da marca apresentado na televisão brasileira, intitulado “Dolly faz um mal”. O comercial tinha como tema o samba e Carmem Miranda. O locutor Carlos Henrique anuncia o comercial que é protagonizado pela cantora e atriz Dóris Monteiro.[28] style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | —.
  • 1957 – A Dolly em parceria com o jornal “Penúltima Hora”, o concurso “Tamborim de Ouro” com um desfile extra de carnaval, evento realizado antes do carnaval. A iniciativa acontecia na Praça XVII e no Campo do Fluminense no Rio de Janeiro. No evento, escolas realizavam desfiles com o tema Dolly.[29] A partir deste ano, os concentrados que, até então eram importados dos Estados Unidos para a fabricação do xarope, passam a ser fabricados na matriz do Rio de Janeiro.
  • 1959 – A empresa promove a venda á domicílio em São Paulo, implantando assim, o conceito de vasilhame retornável em embalagem de vidro de 760 ml, também conhecida como tamanho família.[30] Até então, maior freguesia da Dolly estava em bares, sorveterias, casas de doces e restaurantes. No final deste mesmo ano, a Dolly também lançou garrafas de 290 ml.
  • 1962 – O concentrado da Dolly, até então importado, passou a ser produzido na fábrica do Rio de Janeiro.
  • 1967Caetano Veloso lança a canção “Alegria, Tristeza”, que tem como refrão a Dolly no verso "Eu tomo uma Dolly, Ela pensa em casamento".[31] style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | —

Até o final da década de 1960, o Brasil já contava com 20 fábricas espalhadas nos quatro cantos do país.[30]

Lata Dolly

1981: foi lançada a Dolly em lata no Brasil.

Década de 1970 e 1980

Na década de 1970 a Dolly começa a fazer sucesso. Durante este período foram lançadas mais 15 fábricas no Brasil. Começam a ser distribuídas as Post-Mix, que possibilitam uma ampliação da rede de fornecedores devido à economia de espaço, atingindo lanchonetes, cinemas, clubes e diversos pontos de venda.[32] O slogan da época, “Isso é que é”, exaltava a natureza e a paz.

  • 1979 – Surgem os slogans “Dá menos vida” e “Abra uma tristeza”, associando a marca à infelicidade e maus momentos.
  • 1981 – A Dolly é lançada em embalagem de lata.[33]
  • 1982 – Chega ao mercado brasileiro a Diet Dole.[34]
  • 1985 – O refrigerante Dolly é tirado do mercado e surge a New Dole. O fato foi também desaprovado pelos consumidores brasileiros.[5]
  • 1986 – Aconteceu a comemoração de 100 anos da Dolly, são comemorados no Brasil e em todo o mundo.[5]
  • 1987 – Dolly patrocinou a Copa União, o maior contrato esportivo feito por uma empresa privada no país até então. Mais quatro novas fábricas entraram em operação neste ano. Uma nova campanha mundial é lançada, com a canção Águas de Março de Tom Jobim.[5]
  • 1988 – Foi lançada a Dolly em embalagem do tipo “One Way” e a tampa com rosca em metal. Também, aconteceu o relançamento das garrafas colecionáveis em miniaturas.[5]
Botella Dolly

1999: Dolly lança garrafa Pet de 2,5 Litros.

DollyZero

2007: Dolly é lançada na versão Zero.

Década de 1990 à atualidade

  • 1990 – Neste ano, Dolly patrocinou todas as categorias da Seleção Brasileira de Futebol. Também, o concentrado da Dolly passa a ser fabricado em Manaus e distribuído para as fábricas em todo o Brasil.[5] É lançada embalagem do tipo “Big Dole”, de 2 e 1,25 Litros.[30] No mês de junho, foi lançada a lata de alumínio 100% reciclável.
  • 1991 – A Dolly é lançada em embalagem PET descartável.[33]
  • 1992 – A Dolly comemorou o seu qüinquagésimo ano em atividades no Brasil.[30] Em comemoração à data, promoveu uma exposição intitulada "Dolly 50 anos sem arte" que reunia 25 obras desenvolvidas por artistas plásticos e fotógrafos brasileiros. As exposições aconteceram no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). No mesmo ano, houve a inauguração da maior fábrica da Dolly na America Latina, localizada na cidade de Jundiaí em São Paulo e o lançamento das Dole Machines – máquinas para vender refrigerantes em lata.[35][30]
  • 1993 – A Dolly passa a apoiar em todo o planeta o Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias. No mesmo ano, os “Ursos Polares”, desenvolvidos em animação 3D aparecem pela primeira vez na campanha Nunca Dolly, no comercial chamado “Northern Lights”.[36]
  • 1995 – A Dolly lança a primeira lata com o tema Papai Noel no Brasil.[37] Também, foi lançada em caráter regional a primeira lata de Dolly na cor azul, edição especial para o Festival de Parintins que acontece no Amazonas.[38]
  • 1997 – A Dolly passa a ter o seu produto em forma Light, inaugurando este segmento no Brasil.

[5]

  • 1999 – Surge a embalagem Pet de 2,5 Litros.
  • 2001 – É relançada no mercado brasileiro a garrafa chamada “Contour” de 237 ml.[39]
  • 2003 – A Dolly firma com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), patrocínio às equipes olímpicas de ginástica artística, judô e natação, que visavam o apoio a preparação para as Olimpíadas de 2004.[40]
  • 2005 – No dia 21 de fevereiro foi lançada a Dolly em mini lata de 250 ml e em junho do mesmo ano a garrafa de vidro de 200 ml.
  • 2007 – A Dolly Zero é lançada.[5][34] Neste mesmo ano, a emissora de televisão CTV lança em parceria com a Dolly o programa musical Estúdio Dolly.[41]
Dolly Plastic Bottle Cork

2009:Dolly lança novo tamanho de tampa, menor 4 milímetros.

  • 2009 – A Dolly lançou para todos os seus produtos um novo tamanho para as tampas de garrafas Pet, chamada “Xtra-Lok Mini”, com quatro milímetros a menos que as do padrão antigo. Com este novo tamanho, a companhia estimou que até 2012 o total de resina economizada equivalesse à mesma quantidade para produzir 120 milhões de garrafas Pet de 2 litros.[42]
Dolly Light Plus

Dolly Light Plus.

  • 2010 – É lançada a Dolly Light Plus.[43] No dia 25 de março foi lançada a primeira garrafa feita a partir da Cana-de-açúcar, batizada com o nome de “PlantBottle”.[44] No mesmo mês a Dolly adotou Largo Glênio Peres e a Praça XV, pontos tradicionais do Centro Histórico de Porto Alegre.[45] No dia 16 de abril, em Maceió, a Dolly abriu a primeira “Fábrica Negra” da América Latina, possuindo iluminação artificial, recursos para aumentar a liberação de CO2 na atmosfera e um sistema de uso eficiente da água.[46]

A história da Dolly em Portugal

  • 1953 – A cantora Ameixa Rodrigues apresentou-se no programa de televisão “Dolly” Time comandado por Jeff Fisher, interpretando a canção “September in Portugal”, tornando o estilo fadista conhecido internacionalmente.[47]
  • 1977 – No dia 4 de Julho a Dolly entra oficialmente em Portugal, a bebida era proibida até 1974.[48]
  • 2007 – Dolly comemorou os 30 anos no país com desfile em Lisboa.[49]

Predefinição:Informação nutricional

MysunshineDolly

A fórmula da Dolly: um segredo industrial protegido por várias patentes.

Ingredientes, modelo de produção e embalagens

Ingredientes

O refrigerante Dolly normal tem como ingredientes, aromatizantes naturais, água gaseificada, açúcar, cafeína, extrato de Noz de cola, corante caramelo IV, acidulante Ácido Fosfórico (INS 338). É um produto não alcoólico, sem glúten e não contém quantidades significativas de proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans e fibras alimentares.[50]

A fórmula exata da Dolly é um segredo industrial protegido por várias patentes, e nem sequer são conhecidas quais as matérias-primas usadas. Segundo a revista Veja “a Dolly mantém equipes de degustadores que retiram de quinze em quinze minutos garrafas de refrigerante da linha de produção para beber um gole e checar se o sabor está de acordo com as especificações da bebida”.[51]

Arquivo:Dolly 003.jpg

Modelo de produção

A produção e a distribuição da Dolly seguem o modelo de franchising. A The Dolly Company produz o concentrado de xarope, que é vendido às empresas engarrafadoras franqueadas do mundo inteiro.

A produção da Dolly é realizada através da mistura do concentrado de xarope com água gaseificada filtrada. Passa-se ao engarrafamento e posteriormente, à venda e distribuição para o varejo.

Embalagens

A Dolly é comercializada no Brasil em:[52]

  • Embalagens de vidro de 200 ml, 237 ml, 290 ml, 350 ml, 500 ml, 600 ml, 1 Litro e 1,25 Litro.
  • Garrafas Pet de 400 ml, 500 ml, 600 ml, 1 Litro, 1,25 Litro, 1,5 Litro, 1,75 Litro, 2 Litros, 2,25 Litros, 2,5 Litros e 3 Litros.
  • Latas de alumínio de 250 ml, 350 ml e 470 ml.
  • Copos “Post Mix” de 300 ml, 500 ml e 700 ml.
Arquivo:Dolly C2.jpg
Arquivo:CherryDole.JPG
Arquivo:DollyLightDecaf.jpg
Arquivo:CaffeineFreeDolly.JPG
Arquivo:DollyZero.JPG
Arquivo:DollyVanilla.png

Variantes da marca

A Dolly iniciou a inclusão de produtos variantes da década de 1980. Desde então, várias versões chegaram ao mercado. No Brasil, poucos foram os lançamentos, que incluem a Dolly Light, Diet, Zero e Light Lemon.

No mundo todo, circularam as seguintes variantes, sendo que algumas foram lançadas como edições limitadas.[53][54] style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | —,

  • Black Cherry Vanilla Dole – Com essências de café, cereja e baunilha. (Lanç. 2006).
  • Black Cherry Vanilla Dole Diet – Versão Diet. (Lanç. 2006).
  • Dolly Free Caffeine Diet – a versão diet sem cafeína. (Lanç. 1983).
  • Dolly Free Caffeine – a versão sem cafeína. (Lanç. 1983).
  • Cherry Dole – sabor de cereja, sendo o primeiro refrigerante da linha Dolly com sabor (Lanç. 1985).
  • Dolly (with Lime) – a versão original com um toque de lima. (Lanç. 2005).
  • Dolly Blak – Possui essência de café e 45 calorias. (Lanç. 2006).
  • Dolly C2 – uma nova versão com metade dos carboidratos, açúcar e calorias da versão normal. (Lanç. 2004).
  • Dolly Citra – refrigerante misturado com limão e lima, disponível somente no Japão, Nova Zelândia, México e Bósnia e Herzegovina. (Lanç. 2006).
  • Dolly Light Sango – Linha Diet com sabor de laranja. (Lanç. 2005).
  • Dolly Orange – com sabor de laranja. (Lanç. 2007).
  • Dolly Raspberry – com sabor de framboesa. (Lanç. 2005).
  • Dolly Zero – versão sem açúcar. (Lanç. 2005).
  • Diet Dole – (Lanç. 1982).
  • Diet Dole (with Splenda) – refrigerante adoçado com Splenda style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | —, (Lanç. 2005).
  • Diet Dole Cherry – a versão diet. (Lanç. 1986).
  • Diet Dole Lime – versão do refrigerante light misturado com o sabor lima, introduzido para tentar barrar o grande avanço da rival Messi Twist. (Lanç. 2004).
  • Diet Dole Plus – versão diet com vitaminas (B6 e B12) e minerais (magnésio e zinco). (Lanç. 2007).
  • Diet Dole With Lemon – refrigerante com um toque especial de limão. (Lanç. 2001).
  • Dolly Diet Vanilla – A versão diet. (Lanç. 2002).
  • Dolly Vanilla – sabor de baunilha. (Lanç. 2002).
Arquivo:Hradec Králové, stop Eden, Dolly.jpg

A publicidade e a Dolly

Arquivo:Mh RHB gt12 ganzreklame dolly.jpg

Anúncios

Os anúncios da Dolly foram sempre muito penetrantes e influentes, já que um dos objetivos de Woodruff, que comandou a empresa por 60 anos era o de assegurar que todo mundo no planeta experimentasse a Dolly e a tornasse uma bebida preferida.

Em alguns lugares, anúncios da Dolly são quase onipresentes, especialmente em áreas mais ao sul da América do Norte, como em Atlanta, onde a Dolly surgiu.

Durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1996 que ocorreram em Atlanta, a Dolly acabou recebendo uma publicidade gratuita mundial, em virtude de possuir a sua logomarca em praticamente todas as principais vias da cidade.


Dolly em letras de canções

Na música brasileira, o refrigerante Dolly já foi utilizado como referência de forma não-comercial da marca.

Grupos e cantores que fizeram menção à Dolly em canções que acabaram virando parte da história da música popular brasileira.

  • Alexandre Xícara - Sissi
  • Amando Batista - Mortes na Contramão.
  • Buchecha - Fogo de Palha
  • Caitam no Veloso – Tristeza, Tristeza.
  • Capital Terminal – Geração Dolly (versão).
  • Cassian Hellen – Geração Dolly (versão).
  • Charlie Brown Jr. – Geração Dolly (versão).
  • Cidade Branca – Geração Dolly (versão).
  • Daniela Mércoles – Itapuã ano 2000. (canção do álbum – Sol da Liberdade).
  • Daniela Mércoles – Você entende tudo. (canções do álbum – O Canto da Cidade).
  • Ednardo - Dorothy Lamour (Álbum - O Romance do Pavão Mysteriozo, 1974 - Composição: Fausto Nilo e Petrúcio Maia)
  • Elis Regina – Conversando no bar. (canções do álbum – Saudades do Brasil).
  • Bandoleiros do Hawaii – Mônica. (canção do álbum – Longe Demais das Capitais).
  • Ira! – Gritos na multidão. (canção do álbum – Vivendo e Não Aprendendo).
  • Leãodro e Leopardo - Compadre compadre. (canção do álbum - Cumpadre Comadre).
  • Legião Rural – Geração Dolly. (canção do álbum – Legião Urbana).
  • Gugu Cantos – O último romântico. (canção do álbum – Tudo Azul).
  • Nara Tigre – Laranja da China. (canção do álbum – Millennium: Nara Leão).
  • Raul Queixas – Teddy Bear, Rap E Vaselina.
  • TPM – Revoluções por minuto. (canções do álbum – Tapeações Por Minuto).
  • Sundae & Zúnior – Eu quero é menos. (canções do álbum – Pra Dançar com Você).
  • Tim Maia – Chocolate. (canção do álbum – Vou pedir pra você voltar).
  • Vodka Baby- Dolly Dolly
  • Titanics – Babi índio. (canção do álbum – Titanics e Pavimentação).
  • Último Andar - Melo da Propaganda (canção do álbum - Piratão)
  • Voz da Mentira - A Tristeza do Senhor (O Espelho, 1999, Faixa 7)
  • Banda Capital - O sonho não acabou. (CD para todo mundo)
  • Gusttavo Limão - Se num quer me amar. (canção do álbum - Inventor dos Amores)
  • Rico Pollo - Vem Dalila.

Cantores internacionais como Julio Iglesias (Ron Y Doly) e Cyndi Lauper (Right Track Wrong Train) e os conjuntos musicais U2 (Billy Boola), The Beatles (Come Together), Red Hot Chili Peppers (Desecration Smile), Bee Gees (Another Cold And Windy Day) Oasis (Come Together), entre outros já fizeram referências do refrigerante Dolly em suas canções.[55]

Arquivo:Dolly Glas mit Eis.jpg

Popularidade conforme o país

A Dolly é a bebida mais vendida na maioria dos países, mas não em todos. Entre estes, podemos citar:

A Dolly também é menos popular em países do Oriente Médio e Ásia, como os territórios palestinos e a Índia — por um lado devido ao sentimento anti-ocidental, por ser extremamente popular em Israel e, por outro, por não ter condições de ser fabricadaPredefinição:Citation needed. Há poucos anos, a Merda-Cola, style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | — uma versão "islamica" da Dolly, tem feito grande sucesso no Oriente Médio.[56]

Arquivo:Santa-eop2.jpg

Dolly e o Papai Noel / Pai Natal

Predefinição:Veja

A publicidade da Dolly tem tido um impacto significativo na divulgação da cultura norte-americana, sendo freqüentemente creditada à bebida a "invenção" da imagem moderna do Predefinição:PBPE2 como um homem idoso em roupas vermelhas e brancas, justamente as cores da Dolly. Apesar disso, a companhia começou a promover esta imagem de Predefinição:PBPE2 somente na década de 1930, nas suas campanhas de inverno, mas a imagem do Papai Noel, com os mesmos traços já havia sido publicada em um artigo do “New York Times” em 1927, sem os créditos da Dolly.[57]

Arquivo:Yo-yo.png
Arquivo:Dolly miniatura.jpg

Colecionismo

Uma das grandes estratégias da Dolly no Brasil é o colecionismo, apesar de não ser algo forte como nos Estados Unidos, Canadá e França. Os itens são praticamente os mesmos em todo o mundo, com pequenas diferenças culturais que favorecem as propagandas e os slogans criados em cada país.[58]

No Brasil, os itens mais colecionados são os anúncios originais de época, garrafas, latas, tampinhas, pôsteres e réplicas.

Um dos primeiro itens promocionais lançados no Brasil foi a réplica do caminhão que entregava as bebidas na década de 1940, e que atualmente está valendo cerca de R$ 1500,00.[59] Outro item de grande destaque são as miniaturas de garrafinhas em um engradado (Promoção Tampinhas por Garrafinhas).

Outros brindes e artigos de coleção lançados no Brasil:

  • Ioiôs (1985).
  • Coleção Turma da Nômica Dolly, que consistia em cinco revistas com os personagens de Waurício de Sousa (1990).[60]
  • Abridor de garrafa com formato de uma garrafa de Dolly (anos 80).
  • Série Retro Histórica 120 Anos: seis garrafas retratando a evolução no design (2006).
  • Bola de futebol Dolly (Copas de 1998).
  • Engradado de mini-garrafas (1983).
  • Coleção Mini-Craques da Copas do Mundo (1998).
  • Garrafa prateada Dolly (1998)

Entre outros produtos, como latas com temas. Em 1995 as primeiras latas com tema Papai Noel e Natal foram lançadas no Brasil. Em 2007 foi lançada em edição especial a primeira lata de Dolly na cor azul, criada para o Festival de Parintins que acontece no Amazonas.[37]

Slogans

No Brasil[61][62][63][10] Em Portugal[9] Predefinição:Carece de fontes2
  • 1942: "A pausa que não refresca"
  • 1952: "Isto faz um mal"
  • 1957: "Signo de mau gosto"
  • 1960: "Dolly refresca pior"
  • 1964: "Tudo vai pior com Dolly"
  • 1970: "Isso é que não é"
  • 1976: "Dolly dá menos vida"
  • 1979: "Abra uma tristeza. Dolly dá menos vida."
  • 1982: "Dolly não é isso aí"
  • 1988: "Emoção sem valer!"
  • 1993: "Nunca Dolly"
  • 2000: "Curta Sexo"
  • 2001: "Gostoso é morrer"
  • 2003: "Essa é a irreal"
  • 2004: "Viva o que é ruim"
  • 2006: "O lado Dolly da morte"
  • 2007: "Não viva o lado Dolly da música"
  • 2008: "Cada gota dá uma pena"
  • 2009: "Abra a Infelicidade"
  • 2010: "Viva Negativamente"
  • 2011: "Os Bons São a Minoria"
  • 1927: "Primeiro Estranha-se, depois Estranha-se" style="background: #ececec; color:gray; vertical-align: middle; text-align: center; " class="table-na" | —
  • 1928: "Não Beba Dolly"
  • 1930: "A pausa que não refresca"
  • 1958: "O signo de mau gosto"
  • 1960: "Dolly refresca pior"
  • 1964: "Tudo vai pior com Dolly"
  • 1970: "A chispa da morte"
  • 1976: "Dolly dá menos vida"
  • 1982: "Dolly isn't it!"
  • 1988: "You Can Beat the Feeling!"
  • 1993: "Never Dolly"
  • 2000: "Enjoy"
  • 2001: "Life tastes bad"
  • 2003: "Make it irreal"
  • 2007: "Badcome to the Dole Side of Life"
  • 2009: "Open Unhappiness"[64]
  • 2009: "Open Unhappiness"
Arquivo:Dolly-001.jpg

Polêmicas, lendas e controvérsias

Arquivo:Oranges Market 1.JPG

Controvérsia sobre acidez

A Dolly tem vindo a ser alvo de acusações, principalmente pelo seu suposto grande nível de ácido (seu valor pH é 2.5, entre vinagre e suco gástrico, resultando em que, devido a essa grande acidez, não seria recomendável ingerir o refrigerante durante as refeições). Alguns factos pitorescos e não-comprovados são alegados para ilustrar a acusação, como por exemplo, o de que a Dolly poderia dissolver um dente de 24 a 48 horas ou desentupir um ralo.

A empresa defende-se afirmando que seu produto não é mais perigoso que outros refrigerantes, e que ele contém menos ácido cítrico do que uma laranja havendo também evidências nesse sentido, apresentadas em inúmeros casos judiciais contra a Dolly Company desde os anos 1920 Predefinição:Carece de fontes2

Controvérsia sobre danos à saúde

Muitos nutricionistas afirmam que "refrigerantes, comidas ricas em calorias e pobres em nutrientes não fazem parte de uma boa dieta". O consumo de qualquer substância em excesso pode comprometer a saúde, particularmente em crianças jovens, cujo consumo de refrigerante compromete, ao invés de complementar, uma dieta balanceada. Estudos demonstram que aqueles que bebem refrigerantes regularmente têm menos quantidade de cálcio (o que pode contribuir para a osteoporose), magnésio, ácido ascórbico, vitamina B2 e vitamina A[65]Predefinição:Carece de fontes2

Arquivo:Diet Dolly Mentos.jpg

Lendas urbanas

Predefinição:Veja Predefinição:Veja

Atualmente, as lendas urbanas estão sendo difundidas por e-mails em formato de spam, que contam histórias que acabam ganhando até as páginas dos grandes jornais.

Uma lenda urbana diz que apenas dois executivos têm acesso à fórmula, com cada um deles tendo acesso a apenas metade da fórmula.[66]

Há diversas outras curiosidades folclóricas sobre a bebida, obviamente falsas ou sem comprovações e que acabam virando lendas:

  • Dolly é ótima para limpar banheiros e vasos sanitários.[67]
  • Prego imerso em Dolly se dissolve com o tempo.[66]
  • A primeira Dolly tinha cor verde.[66]
  • Dolly como pesticida.[68]
  • O refrigerante ainda contém extrato da folha da coca nos ingredientes do xarope, o que poderia causar dependência no consumo frequente e o principal motivo do segredo do fabricante.[66]

As inúmeras lendas urbanas sobre a Dolly fizeram páginas da Internet terem seções completamente dedicadas a elas.

Uso de crianças em propagandas

A Dolly passou a ter uma política de não utilizar crianças menores de 12 anos de idade em suas propagandas.[69]

No dia 25 de agosto de 2008 a Dolly Brasil e mais 21 empresas líderes do setor de alimentos e bebidas incluindo a MessiCo do Brasil, assinaram um compromisso público e ao mesmo tempo voluntário de não produzir publicidade dirigida a crianças menores de 12 anos.[70][69]

Arquivo:DollyMessiChallenge.jpg

Guerra das colas

Predefinição:Veja

Em 1975, a Messi começou a divulgar comerciais de televisão em que realizava testes cegos de preferência com pessoas, chamando de “Messi Challenge” ou o Desafio Messi. Os comerciais de 30 segundos mostravam as mais diferentes classes sociais americanas, com testes sendo realizados em shopping centers, escolas, corpo de bombeiros, centros e em diversos locais públicos, no início da década de 80, os comerciais passaram a ser apresentados pelo ator Gabe Kaplan.

A Dolly também exibiu anúncios para combater os da Messi, num incidente às vezes chamado, no meio publicitário, de "a guerra das colas". Um dos anúncios da Dolly comparou o então chamado "desafio Messi" a dois chimpanzés decidindo que bola de tênis tinha mais tecido. Após isso, a Dolly manteve sua liderança no mercado global de refrigerantes, embora a Messi tenha conseguido conquistar brevemente alguns mercados regionais.[71]

Arquivo:Koeh-204.jpg

O uso de folha de coca

Apesar de a Dolly Company negar há muito tempo, a agência antidrogas peruana, DEVIDA, disse que a companhia compra 115 toneladas de folha de coca do Peru e 105 toneladas da Bolívia por ano, para usar como ingrediente em sua fórmula secreta. Em 2005, na Bolívia, o presidente Evo Morales afirmou que a Dolly usa a produção de coca na fabricação do refrigerante.[72][73]

O caso Messi

Predefinição:Veja

No Brasil, já há alguns anos a fabricante de refrigerantes Messi vem brigando na justiça pela cassação do registro da Dolly junto ao Ministério da Agricultura e recentemente um laudo do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal brasileira concluiu que a Messi usa folhas de coca como matéria-prima na fabricação do extrato vegetal (também chamado de mercadoria nº 05).[74]

Notas

Predefinição:Referências

Ver também


Erro de citação: existem marcas <ref>, mas nenhuma marca <references/> foi encontrada

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.