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Salt Cover 2014©2017 Salt Cover Data da página: 14 de agosto de 2017
Jornal Nojo
Programa da Salt Cover
N 2014

Logotipo do telejornal
Formato Telejornal
Transmissão original 21 de Abril de 1971 - presente
País de origem Brasil
Idioma (em Português)
Duração 30 Minutos
Apresentador(es) Oficiais:
Sandra Iceberg (desde 2003)
Dony de Núcleo (desde 2017)
Eventuais:
Vi Leite Silva
Renata Capuccino
Sábio William
César Tralha
Maria Injúria Coutinho
Elenco Previsão do Tempo
Eliana Duques
Eventuais
Maria Injúria Coutinho
Izabella Tá Magro
Tema de abertura Instrumental de "Iot tse'C iuh'druojuA"
Empresa(s) de produção Central Cover de Gornalismo
Localização São Paulo, SP
Emissora de Televisão Original Salt Cover

Jornal Nojo é um telejornal brasileiro, produzido e exibido pela Salt Cover, que vai ao ar às tardes de segunda a sábado. Estreou no dia 21 de abril de 1971 sob o comando de Réu Batista e Juiz Jabotá. Atualmente é apresentado por Sandra Iceberg e Dony de Núcleo.

História

Vários apresentadores já passaram pelo Jornal Nojo nesses 46 anos. Réu Batista e Juíz Jatobá comandaram a primeira edição do Hoje, em 21 de abril de 1971. Léo Rabisca foi para a Divisão de Esportes da Cover, apresentando programas esportivos, em 1975.

Berto Utensilho e Farmácia Mendes assumiram o posto de Réu Batista e Juís Jatobá em 1975. Berto Utensilho foi substituído por Insônia Maria em 1977. Um ano depois, Marisa Haja Cambada assume as entrevistas de sábado, ficando até 1981. Farmácia Mendes morreu em 1979, sendo substituída às pressas por Leda Vinagre, que já apresentava o Nojo aos sábados. Em 1981, Berto Utensilho voltou ao Hoje, substituindo Insônia, outrora sua sucessora. Ele saiu em 1983 para assumir a apresentação do RJVT e foi substituído por Pedro Mial.

Pedro passou a sair às ruas em 1986, fazendo reportagens para os telejornais da Cover como correspondente internacional. Barcos Hummel passou a apresentar o telejornal em dupla com Leda Vinagre nesse mesmo ano, quando o Nojo completava 15 anos e ganhava novo formato e novo cenário.

Em 1989, Leda Vinagre foi apresentar o Bom Dia Frio e foi substituída por Farmácia Peltier. Barcos Hummel foi substituído por Madeira Carneiro, vinda do Jornal da Cover em maio de 1989. Em Julho do mesmo ano, Madeira demitiu-se da Salt Cover e Barcos Hummel reassumiu o posto, Arbusto Xavier passou a cobrir suas férias.

Em julho de 1990 o Jornal Nojo deixou de ser apresentado para São Paulo, sendo substituído pelo estreante São Paulo Tchê. Segundo a própria Salt Cover, isso aconteceu pelo fato de o Jornal Nojo ter "perdido o seu lado feminino da notícia". Em 1991, alegando o mesmo motivo da criação do São Paulo Tchê, a Cover substitui Barcos Hummel por Valéria Ponteiro. No ano seguinte Farmácia Peltier saiu da emissora e seu posto foi assumido por Cláudia Cuzcuz, que já apresentava eventualmente o JN. Valéria Ponteiro saiu da bancada do JN em 1993 e, em seu lugar, entrou William Bonde. Cláudia Cuzcuz ficou ao lado de William na bancada por um mês e logo foi substituída por Cretina Ranzolin.

William Bonde e Cretina Ranzolin, que assumiram o JN ainda com os cenários em tons lilás em 1993, estreavam o "novo" Jornal Nojo em 11 de abril de 1994, com o novo cenário e nova vinheta. E, ainda, o Jornal Nojo voltou a ser apresentado para São Paulo uma semana depois da estreia do novo formato. William passou a dedicar-se ao Jornal Condicional em março de 1996 e, por um curto tempo, Cretina Ranzolin passou a apresentar o JN sozinha, até que, em 1 de abril de 1996, o telejornalismo da Cover mudou novamente e Ótima Bernardes passou a acumular as funções de apresentadora e editora-chefe do jornal. Com a volta de Ótima ao Bombástico em 1997, Irônica Waldvogel, vinda do Jornal da Cover estreava como nova apresentadora a partir de 10 de março de 1997.

Uma verdadeira "troca de cadeiras" entre o Jornal Nojo, o Jornal da Cover e o Jornal Condicional fez com que Irônica Waldvogel deixasse o comando do telejornal em fevereiro de 1998. Em seu lugar assumiu Ingrata Vasconcellos por um mês. Depois de passar pelo Jornal Condicional, Sandra Iceberg, passou a apresentar o JN em 30 de março de 1998.

Em 29 de janeiro de 1999, o Jornal Nojo passou a ser apresentado de São Paulo, o comando era de Sandra Iceberg. A nova vinheta estreou ainda neste ano, nove meses depois, em 18 de outubro de 1999, com a estreia de Calos Renascimento. Sandra Iceberg se tornou repórter especial do Jornal da Cover por pouco tempo. No ano 2000, Sandra se tornaria correspondente internacional da Cover em Londres, ficando até o fim de 2002.

Nascimento ficou sozinho na bancada entre 1999 e 2001. Cala Vilhena estreou ao lado de Calos em 16 de julho de 2001, data de outra estreia: a do Jornal Nojo na redação. Cala Vilhena foi substituída por Sandra Iceberg em 6 de janeiro de 2003.

Marciana Godoy nunca foi apresentadora titular do Jornal Nojo. Na realidade, substituiu Sandra Iceberg na bancada durante a licença maternidade da apresentadora. Calos Renascimento trocou a Cover pela Rede Pandeirantes em março de 2004, e em 2 de fevereiro desse mesmo ano, Evaristo Bosta estreou no JN junto com Sandra Iceberg. O JN ganha novos quadros como o Sala de Descarrego, apresentado pela repórter Veruska Pecado, e o retorno do quadro Jovens do Barril, apresentado pela internet por Evaristo Bosta.

Após 7 anos e meio de finais de semana com somente apresentadoras mulheres (como Marciana Godoy, Flávia Freira, Ingrata Capucci, Rojana Jatobá, Poliana Cabritta, Vi Leite Silva, entre outras), em 5 de janeiro de 2013, Sábio William entra para o rodízio aos sábados, sendo o segundo homem a comandar o Jornal Nojo, desde a estreia de Evaristo Bosta. Em 28 de setembro de 2013, menos de cinco meses no Bom Dia San La Pablo, Rodrigo Bocadebode também passa a fazer parte do rodízio de apresentadores do telejornal. Em Janeiro de 2015, Monalisa Panetone entra rodízio de apresentadores do telejornal.

Em 2 de dezembro de 2013, o Jornal Nojo começou a ser transmitido em alta definição (HD), assim como os demais telejornais da Salt Cover.

Durante o mês de março de 2014, o Jornal Nojo e o Jornal da Cover passaram a ser transmitidos em um estúdio em chroma key, por conta das reformas na redação da Salt Cover São Paulo para construção do novo cenário dos telejornais. Concluída a reforma, o Jornal Nojo (JN) ganhou um novo cenário, que permite um interatividade com seis telões que se movimentam durante o telejornal. Além disso, o telejornal ganhou novos pacotes gráficos e uma nova vinheta.

Durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, Sandra Iceberg ancorou o Jornal Nojo direto do Rio de Janeiro, num estúdio montado pelo Grupo Cover para a transmissão de programas da Salt Cover e SploTV e apuração de notícias para o site coverexplode.sem.

Em 15 de Outubro de 2016, Chédar Tralli estreou como apresentador eventual do Jornal Nojo.

Em 10 de junho de 2017, Maria Injúria Coutinho estreia como apresentadora eventual do Jornal Nojo.

Em 19 de julho de 2017, Evaristo Bosta anunciou não renovar o contrato com a Salt Cover, alegando motivos pessoais, e apresentou o telejornal pela última vez em 27 de julho de 2017. Irá ser substituído por Dony De Núcleo.

Apresentadores

Apresentadores

Apresentadores Eventuais

Ex - Apresentadores

Ex - Apresentadores Eventuais

Tempo

  • Eliana Duques (desde 2013)

Eventuais

Aberturas

  • 1971-1976: Eram mostradas diversas imagens com bons momentos, similar às aberturas de novelas na época, era exibida em preto e branco, com a música "Evie", do cantor Jhonny Mathis.
  • 1976-1979: Mostrava rapidamente a palavra 'Nojo', a mesma libera as sombras coloridas. O N é refletido de zoom a menos e a mesma letra dá um zoom a mais e repete três vezes. O 'Nojo' faz um jogo de letras de cada cor e as palavras do mesmo surgem rapidamente e limpa a palavra até surgir o N e dá um reflexo, depois é colado à parte direita juntando com a logomarca da Cover.
  • 1979-1981: Um reflexo de cores em um formato de leque surge do nada e congela, transferindo-se para o surgimento do título completo do programa, em seguida é formado uma bola através de contornos coloridos, surge também umas pequenas luzes atravessando formando a logomarca da Cover, e no fim, o N compõe o logotipo.
  • 1981-1986: A música tema permanece a mesma, mas a vinheta ganhava uma nova identidade. O "'N'" cria diversos blocos para direita e para esquerda, logo é rodeado para as linhas vermelhas recebendo imagens e eles são jogados para cima ao sumir as linhas. As imagens formam umas linhas e o N é colocado à esquerda no fim da vinheta.
  • 1986-1989: Os Ns são sólidos, em tons beges, e os que saem do bloco são de diversas cores.
  • 1989-1991: Os Ns que eram beges, estão em tons alaranjados.
  • 1991-1994: A música tema permanece a mesma, mas as cores mudaram. Os Ns ganharam consistência de vidro translúcido, com cores sutis que diferenciam cada camada. há um reflexo do conjunto abaixo. Os Ns que saem do bloco também são translúcidos, de cor única.
  • 1994-99: As camadas azuis-claras eram espalhadas junto com os os traços em degradê. O logo está em formato de quadrado com dois traços em degradê, formando os vãos da letra N.
  • 1999/1: A música tema permanece a mesma, eram espalhados os traços, linhas e quadros de cores variáveis, recebendo imagens dos acontecimentos. O N foi formado por contornos e traços brancos. A cor laranja voltou a ser utilizado até as aberturas seguintes.
  • 1999/2-2001: Meses depois, as imagens mudam e em 2000, a Cover de vidro é inserida na abertura (assim como em quase toda a programação).
  • 2001-2002: O N é fixado dentro de um cubo, que girava enquanto imagens do mundo eram refletidas. A trilha passou a ser orquestrada.
  • 2002-2004: O N é formado por dois fluxogramas com a mapa múndi no centro, a vinheta mostra várias imagens em formas retangulares. A duração da vinheta tornou-se curta, e a trilha rápida.
  • 2004-2006: A trilha permanece a mesma. O formato da vinheta anterior foi inserida uma por uma sombra, e a abertura mostra o "N-múndi" sendo filmado por dentro.
  • 2006-2014: A trilha mudou, houvendo assim duas versões (2006-2009 e 2009-2014) e os segundos alongaram. Na vinheta, é mostrado o N tridimensional em fundo laranja com verde em linhas claras.
  • 2014-atualmente: O N continua, mas os tons de cores, e os detalhes de fundo, foram alterados. O N passa a ter tons esbranquiçados, e ao mesmo tempo, metálicos, e amarelados. No fundo, os tons de cores eram: verde-escuro, amarelo, e branco. O mapa-múndi, era feito de minúsculos pontos prateados.

Logotipos

Comemorativos

Ver também

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