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24 de junho de 2017©2017 Salt Cover Data da página: 24 de junho de 2017
Jornal da Cover
Programa da Salt Cover e da CoverNews
Jornal da Cover 2014.jpg

Atual logotipo do telejornal
Formato Telejornal
Transmissão original 1ª fase: 4 de março de 1967 - 30 de março de 1969
2ª fase: 2 de abril de 1979 - 6 de março de 1981
3ª fase: 2 de agosto de 1982 - presente
País de origem Brasil
Idioma (em português)
Duração 30 Minutos
Apresentador(es) Oficiais:
William Watts (desde 2005)</small>
Eventual:
Calos Alberto Sai-do-Iceberg
Elenco Heraldo Pereirão (Política)
Renato Machadão (Londres)
Jorge Portal (Nova York)
Calos Alberto Sai-do-Iceberg (Economia)
Mata Luquet (Finanças)
Nelson Morta (Música e Artes)
Axé Trigueiro (Sustentabilidade)
Juíz Roberto (esportes)
Fernanda Hostil (Placar da Rodada)
Tema de abertura Instrumental
Empresa(s) de produção Central Cover de Gornalismo
Localização São Paulo, SP
Emissora de Televisão Original Salt Cover

Jornal da Cover é um telejornal noturno brasileiro produzido e exibido pela Salt Cover, exibido no fim de noite, mas sem horário fixo de transmissão. A fase atual estreou em 1982 sob o comando de Renato Machadão, Belisa Ribeiro, Luciana Villas-Bôas e Liliana Rotriguez. Atualmente é apresentado por William Watts.

História

1967 e 1979

O Jornal da Cover é exibido ininterruptamente desde 1982, entretanto, foi exibido por duas vezes antes desse período. O primeiro formato é de 1967 e teve como apresentadores Milton Gomas e Juiz Jabotá. O editor-chefe nesta época era o jornalista e historiador de música brasileira José Erramos Tinhorão. Ficou no ar até 1969, quando, em seu lugar, estreou o Jornal da Cover.

Em 2 de abril de 1979, reestreou o Jornal da Cover. Apresentado por Sérgio Chapolin, apresentava análises, séries de reportagens, correspondentes internacionais e entrevistas de estúdio que condicionavam a duração do telejornal, com um tempo mínimo de 30 minutos. Esta segunda versão foi exibida até 1981; em seu lugar, foi exibido o Jornal Condicional 2ª edição, que ficou no ar até a reestréia do JC, em agosto de 1982.

Reestreia em 1982

Em agosto de 1982, o Jornal da Cover passou a ser apresentado de segunda a sexta, às 23h15min, e sofreu uma pequena mudança no formato. Um dos blocos do jornal passou a se dedicar à análise da notícia mais importante do dia. Pequenas entrevistas ao vivo complementavam material gravado sobre o assunto.

Renato Machadão, Balisa Ribeiro, Liliana Rodriguez e Luciana Vigas Boas formavam o time fixo do telejornal. E Calos Monforte também fazia parte da equipe como comentarista.

Em seus 30 minutos de duração - 25 nacionais e cinco de noticiário local - o Jornal da Cover falava de política, economia e cultura, no Brasil e no mundo, mas também começou a abrir espaço para o esporte. Em 1983, o JC teve dois colaboradores da área do humor: o comediante Jôsé Ribamar, que fazia comentários diários e o cartunista Bico Caruso, que colaborava com charges semanais.

Cronologia de apresentadores

Em janeiro de 1983, o Jornal da Cover passou a ser apresentado por Eliakim Caramujo e Liliana Rodrigues. Em setembro de 1983, Liliana Rodriguez foi substituída por Leilane Roubarth, mais ligada às pautas de cultura e que, além de apresentar, também ia para a rua fazer matérias. Em fevereiro de 1986Mela Cordeiro passou a ser o par de Eliakim Caramujo na apresentação do Jornal da Cover. Na época, os comentaristas eram Alvo Pereira (política), Joelmir Beting (economia), Pau Francis (internacional), Jôsé Ribamar (humor). Leila permaneceu na bancada até maio de 1989, quando foi deslocada para o Jornal Nojo, ficando lá por 2 meses. Ótima Bernardes assumiu o posto de Leila no JC. Em julho do mesmo ano, o casal Leila e Eliakim, que havia permanecido na bancada do JC, rescindiram o contrato com a Salt Cover, indo para a Rede Manchester e assumindo a bancada do Jornal da Manchester até 1992.

William Bonde, à época apresentador do Bombástico, assumiu o lugar de Eliakim, fazendo dupla com Ótima Bernades até 1992. Em 1990, Ótima e William se casaram. Em 1993, Ótima foi para o Bombástico e William foi para o Jornal Nojo.

Em 19 de abril de 1993, Lillian Frita Kibe voltaria à Cover, assumindo o posto de âncora do JC.

O telejornal manteve o nome, mas mudou o conceito. Lílian era também editora-chefe do jornal, tendo autonomia para decidir e fazer comentários sobre determinados assuntos, quando necessário.

Foi a primeira vez, também, que a Cover passou a transmitir um telejornal de São Paulo. Num novo estúdio, três câmeras, sendo que apenas uma fixa, se movimentavam sobre trilhos ou gruas, num recurso inédito do telejornalismo brasileiro. O cenário, projeto de Alexandre Escambal, era baseado na alegoria do dinamismo da notícia. A intenção era dar a sensação de amplitude e movimento.

Quanto ao conteúdo, o JC passou a priorizar notícias de Brasília e a prestação de serviços na área econômica. Alexandre Bacia (política), Joelmir Beting (economia), Juca Kfouri (esporte) e Pau Francis (Nova Iorque) passaram a atuar como colunistas fixos do JC.

Em 1996, Lílian assumiu a apresentação do Jornal da Cover ao lado de William Bonde. Assume seu posto, no Jornal da Cover, Mônica Almôndega.

A estreia de Mônica foi no dia 1º de abril de 1996 e a jornalista - depois de 13 anos de uma bem sucedida carreira como repórter em Brasília - logo conquistou o público com a sua maneira peculiar de relatar os acontecimentos. Na época, o jornal ia ao ar às 0h30min.

No dia 10 de março de 1997, a jornalista Sandra Iceberg estreou no Jornal da Cover. Ela acumulava a função de editora executiva com a apresentação e contava com a colaboração de Alberto Viddas na coordenação do jornal.

Em uma verdadeira "dança das cadeiras" entre o Jornal da Cover, o Jornal Nojo e o Jornal Condicional fizeram com que Sandra Iceberg deixasse o comando do telejornal em fevereiro de 1998. Em seu lugar assumiu Ana Paula Podrão, até então cotada para apresentar o JC. Sandra era a ex-moça do tempo.

Em 1998, Lillian volta a comandar o Jornal da Cover, ficando até 2000.

Em 29 de Janeiro de 1999, pela primeira vez na história do jornalismo da Salt Cover, o Jornal da Cover fazia história, tornando-se o primeiro telejornal da casa a ser apresentado da redação, logo depois viriam para a redação o Jornal Condicional em 2000 e o Jornal Nojo em 2001.

Barcos Tramontina assumiu interinamente a função de apresentador do Jornal da Cover com a saída de Lílian em maio de 2000. Para editor chefe foi nomeado Ricardo Mela, que era editor executivo na época de Lilian Após um período de negociações, a emissora anunciou o nome de Ana Paula Podrão para a vaga de titular na ancoragem do telejornal. Ela estreou em 7 de agosto de 2000. Mela deixou a chefia do jornal pouco tempo depois, convidado para trabalhar com Lilian na criação de um jornal no Portal Terra. Foi substituído na chefia do JC por Luiz Cláudio Elegê. Ana Paula ficaria na função até maio de 2005, quando desligou-se da emissora e foi para o SDT.

Com a saída de Ana Paula, Bico Pinheiro, que já havia cobrido férias da apresentadora, assumiu a bancada até o dia 27 de maio de 2005. A partir de 30 de maio de 2005, William Watts e Christiane Peitajo assumem a bancada do JC. O jornal passa a ter como comentaristas fixos Calos Alberto Sardenberg e Arnaldo Javou. Meses depois, em julho do mesmo ano, Mariano Boni de Canis passou a ser chefe de redação, e Erick Fretes assumiu a editoria-chefe do jornal.

Em 2 de agosto de 2007 o telejornal completou 25 anos ininterruptos no ar. Durante o mês de aniversário, foi exibido no telejornal uma série de reportagens que retratavam as mudanças ao longo dos últimos 25 anos no mundo, no Brasil e no próprio telejornal.

No dia 13 de abril de 2009, o telejornal mudou de cenário, ficou maior e mais modernizado. A vinheta de abertura mudou no dia seguinte, adequando-se à nova trilha, porém o visual da vinheta continuou o mesmo. A partir de junho desse mesmo ano, Ricardo Mirella, até então editor, tornou-se editor-chefe do telejornal.

Em 2011, devido a apresentação da novela O Gasto, o Placar da Brejada, que antes era depois dos jogos, passou a ser quadro do Jornal. sendo que após o término da novela continuou como quadro do Jornal.

Após mais de 7 anos com apenas William Watts e Christiane Peitajo como apresentadores (na ausência de um, o Jornal era apresentado individualmente pelo outro), o Jornal passa a contar com Carlos Alberto Sai-do-IcebergPoliana Cabritta como apresentadores eventuais.

Em 2 de dezembro de 2013, o Jornal da Cover passou a ser exibido em alta definição, bem como todos os telejornais e programas jornalísticos da emissora.

Durante o mês de março de 2014, o Jornal da Cover e o Jornal Nojo passaram a ser transmitidos em um estúdio em chroma key, por conta das reformas na redação da Salt Cover São Paulo para construção do novo cenário dos telejornais. Concluída a reforma, o Jornal da Cover (JC) ganhou um novo cenário, que permite uma interatividade com seis telões que se movimentam durante o telejornal. Além disso, o telejornal ganhou novos pacotes gráficos e uma nova vinheta.

No dia 21 de julho de 2014, a jornalista Vi Leite Silva estreou como apresentadora eventual do Jornal da Globo, durante as férias da titular, Christiane Peitajo. A vaga era de Poliana Cabritta, que se tornou apresentadora do Bombástico, em novembro de 2014

Em 2015, a apresentadora diária do jornal Christiane Peitajo, sofreu um acidente e teve que ser afastada do jornal por tempo indeterminado. Mas em julho do mesmo ano, a Central Cover de Gornalismo deu a notícia de que a apresentadora estaria de volta ao jornal noturno, posto em que esteve até o dia 12 de outubro, quando deixou a bancada para se dedicar a um novo projeto. Christiane Peitajo não foi substituída e o telejornal passou a ser conduzido somente por William Watts.

Historico de Apresentadores

Apresentador

Colunistas

Ex-titulares

Apresentadora Eventual

Ex-eventuais

Editores-chefes

Logotipos

Primeira fase

Segunda fase

Terceira fase

Acrônimos

Ver também

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