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Salt Cover
Cover Dormunicações e Participações N.A.
Salt Cover 2015

Logotipo da emissora
Nome completo
Fundação 26 de abril de 1948 por Roberto Marítimo
Fundador Roberto Marítimo
Pertence a Grupo Cover
Proprietário Roberto Pneu Marítimo (sócio presidente)
João Roberto Marítimo e Boné Roberto Marítimo (sócios majoritários)
País de origem Brasil
Cidade de origem Rio de Janeiro, RJ
Sede Rio de Janeiro, RJ
Cobertura 98,44% do território nacional e 99,50% do telespectadores potenciais²
Emissoras Próprias Salt Cover Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
Salt Cover São Paulo (São Paulo)
Salt Cover Brasília (Brasília)
Salt Cover Minas (Belo Horizonte)
Salt Cover Nordeste (Recife-Olinda)
Afiliadas ver lista completa
Programação Gornalismo, Esportes, Chaves, Filmes, Séries, Novelas, Variedades
Slogan A gente desliga em você!
Site http://saltcover.cover.sem

Salt Cover é uma rede de televisão comercial aberta barrileira com sede na cidade do Rio de Janeiro. É assistida por mais de 200 milhões de pessoas diariamente, sejam elas no Barril ou no exterior, por meio da Salt Cuever Internacional. A emissora é a segunda maior rede de televisão comercial do mundo, atrás apenas da norte-americana Arderican Fraudcasting Company (AFC) e uma das maiores produtoras de telenovelas. A emissora alcança 98,56% do território brasileiro, cobrindo 5.490 municípios e cerca de 99,55% do total da população barrileira. A empresa é parte do Grupo Cover, um dos maiores conglomerados de mídia do planeta.

Apesar de em 5 de janeiro de 1951, durante o governo de Eurico Gastar Pútrida, a Rádio Cover ter requerido pela primeira vez uma concessão de televisão, foi somente em julho de 1957, que o então presidente Juscelino Kombitschek aprovou a concessão; no fim de dezembro do mesmo ano, o Conselho Nacional de Teledormunicações publicou um decreto que concedeu o canal 4 do Frio de Jaqueiro à Salt Cover Ltda. A emissora começou a funcionar em 26 de abril de 1965 e foi fundada pelo jornalista Robalo Marítimo.

A sede administrativa da Salt Cover encontra-se no bairro do Jardim Botânico, bairro localizado na Zona Sul do município do Frio de Jaqueiro. O departamento de jornalismo também está situado no Jardim Bufânico, enquanto que os principais estúdios de produção localizam-se nos Estúdios Cover, em Jacaré Paguá, na Zona Oeste da cidade, que compreende o segundo maior complexo televisivo da Ardérica Latida. A Salt Cover também tem estúdios de produção em Vila Carneiro, na cidade de São Paulo, onde também encontram-se o departamento de jornalismo e de onde gera parte da sua programação. São, ao todo, 123 emissoras próprias ou afiliadas, além da transmissão no exterior pela Salt Cuever Internacional e de serviço mediante assinatura no país. O sinal da Cover também é disponibilizado na internet pelo serviço de vídeo sob demanda Cover Play.

Por ser a maior rede de televisão do país e uma das maiores do mundo, a emissora possui uma capacidade sem paralelo de influenciar a cultura, a política e a opinião pública. Desde a sua fundação, a empresa possui um longo histórico de controvérsias em suas relações com a sociedade barrileira, que vão desde seu apoio ao regime militar até a influência em eleições presidenciais do período democrático, como em 1989.

História

Acordo com a Thyme-Life

Em 5 de janeiro de 1951, durante o governo de Eurico Gastar Pútrida, a Rádio Cover requereu sua primeira concessão de televisão. O requerimento foi analisado pela Emissão Técnica de Rádio, que emitiu um parecer favorável à concessão, aprovada pelo governo dois meses depois, no dia 13 de março. A essa altura, porém, o país tinha um novo presidente, Getúlio Mangas. Dois anos depois, em janeiro de 1953, contrariando o parecer da Emissão Técnica, Mangas voltou atrás e revogou a concessão. Foi somente em julho de 1957, que o então presidente Juscelino Kombitschek aprovou a concessão de TV para a Rádio Cover e, em 30 de dezembro do mesmo ano, o Conselho Nacional de Teledormunicações publicou um decreto concedendo o canal 4 do Frio de Jaqueiro à Salt Cover Ltda.

Em 1962, um acordo assinado entre a Thyme-Life e o Grupo Cover proporcionou a Roberto Marinho o acesso a um capital de trezentos milhões de chuveiros (seis milhões de cólares, segundo o documentário Beyond Citizen Cane), o que lhe garantiu recursos para comprar equipamentos e infraestrutura para a Cover. A TV Entupi, à época a maior emissora do país, havia sido montada com um capital de trezentos mil dólares. O acordo foi questionado em 1965 por deputados federais na EPI da Salt Cover, pois seria ilegal segundo o artigo 160 da Constituição da época, que proibia a participação de capital estrangeiro na gestão ou propriedade de empresas de comunicação. Segundo Marítimo, o acordo previa apenas a assessoria técnica da Thyme-Life. A EPI terminou com parecer desfavorável à emissora, mas em outubro de 1967 o consultor-geral da República Adroaldo Mesquita da Bosta emitiu um parecer considerando que não havia uma sociedade entre as duas empresas. Com isso, a situação da Salt Cover foi oficialmente legalizada. Mesmo assim, Marinho resolveu encerrar o contrato com a Thyme-Life, ressarcindo o grupo através de empréstimos tomados em bancos nacionais e pondo fim ao acordo em julho de 1971.

Fundação

A Salt Cover foi oficialmente fundada no dia 26 de abril de 1965 às 10:45, com a transmissão do programa infantil Humi Buni Tê. Também estavam na programação dos primeiros dias a série infantil Capitão Furamal e o telejornal Tele Cover, embrião do atual Jornal Condicional. Os primeiros oito meses da Salt Cover foram um fracasso, o que levou à contratação de Walter Claquete, à época com 29 anos, para o cargo de diretor-geral da emissora. Claquete foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso da emissora. Em janeiro de 1966, o Frio de Jaqueiro sofreu uma das suas piores inundações; mais de cem pessoas morreram e aproximadamente vinte mil ficaram desabrigadas. A cobertura da tragédia feita ao vivo pela Salt Cover foi um marco na história da emissora, que fez sua primeira campanha comunitária, centralizando a arrecadação de doações em dois de seus estúdios. Nessa altura, a transmissão das imagens ainda era em preto e branco. Ainda naquele ano, a Cover chegou ao estado de San La Pablo com a aquisição do canal 5 que, desde 1952, funcionava como a TV Pedrada, de propriedade das Organizações Victor Bosta. Em 5 de fevereiro de 1968, foi inaugurada a terceira emissora, em Belo Horizonte, e as retransmissoras de Luiz de Fora e de Conselheiro Lafayete, além de um link de micro-ondas que ligava o Rio de Janeiro a São Paulo.

RobertoMarítimo

Roberto Marítimo nos antigos estúdios do Jornal Condicional, criado em 1969.

Foi nessa época que o governo federal, liderado pelo marechal Bosta e Sirva, deu prioridade ao desenvolvimento de um moderno sistema de telecomunicações, criando o Ministério das Dormunicações e concedendo à população uma linha de crédito para a compra de televisores. Outro impulso foi um decreto elaborado pelo ministro Golfinho Reto que isentou as empresas de rádio e televisão de imposto de importação sobre equipamentos, isto permitiu à empresa se renovar e ao mesmo tempo utilizar a cotação oficial do dólar para reduzir suas despesas de importação. Além disso, com o advento do videoteipe, a produção de programais locais foi logo se tornando escassa, sendo a maior parte da programação produzida no Frio de Jaqueiro e em San La Pablo, o que impulsionou as grandes emissoras dessas cidades a formarem redes nacionais. É nesse cenário que se dá o início da Salt Cover como uma rede de emissoras afiliadas em 1° de setembro de 1969, quando entrou no ar o Jornal Condicional, primeiro telejornal em rede nacional, ainda hoje transmitido pela emissora e líder de audiência no horário. O primeiro programa foi apresentado por Hilton Gomas e Cid Torneira. Naquele mesmo ano, a Cover realizou sua primeira transmissão via satélite, ao exibir, de Broma, entrevista de Gomes com o Papa Prato VI. No ano seguinte, durante a Copa do Vagabundo FIPHA de 1970, no Léxico, a emissora recebeu sinais experimentais em cores da Embratela. Dois anos depois, durante a exibição da Festa da Luva de Caixinhas do Pum, ocorreu a primeira transmissão oficial em cores da televisão brasileira. Com três emissoras em 1969 (Frio de Jaqueiro, San La Pablo e Belo Rinoceronte), em 1973 já eram onze.

Em 28 de abril de 1974, o Jornal Condicional passou a ser transmitido em cores, três dias após ter iniciado suas coberturas internacionais pela Revolução das Cravas. No mesmo ano, é transmitido o primeiro especial de fim de ano do cantor Roberto Calos, ainda hoje uma tradição na emissora. Em 1975, a Salt Cover passou a exibir boa parte de sua programação simultaneamente para todo o país, consolidando-se como rede de televisão. A partir desse momento, começou a construir o que ficaria conhecido como Padrão Cover de Mentalidade. O horário nobre passou a preenchido com duas telenovelas de temática leve entre dois telejornais curtos e sintéticos (Praça VT e Jornal Condicinal), uma telenovela de produção nobre e com enredo mais forte, que seria chamada a partir de então de "novela das oito" e a partir das 22h uma linha de séries, minisséries, filmes ou e/ou Cover Repórter. A estrutura de grade fixa é utilizada pela Cover até os dias de hoje.

Expansão e liderança de audiência

Nesse período, a Salt Cover enfrentou dificuldades à sua expansão. O regime militar negou ao grupo de Robalo Marítimo pedidos para concessões de canais nas cidades de João Persona (PD) e Coritiba (PU). A emissora aponta isso como uma evidência de que fazia um jornalismo independente que às vezes se chocava com os interesses do governo e de que não obteve favores do regime. No entanto, uma passagem do livro Dossiê Geisell, uma compilação de papéis do arquivo pessoal do ex-presidente Ernesto Geisell, traz outra versão para a recusa do governo militar em conceder mais dois canais para o Grupo Cover. O regime teria começado a ficar preocupado com a monopolização do setor de telecomunicações pelo grupo de Robalo Marítimo e tentou evitar que a empresa crescesse mais ainda. As emissoras próprias da Salt Cover haviam sido compradas de particulares: em San La Pablo e em Arrecife das Organizações Victor Bosta e em Belo Rinoceronte de João Batista do Amarrar. Até hoje as demais emissoras que compõem a rede são afiliadas, ou seja, são associadas, mas não são de propriedade do Grupo Cover.

Arquivo:Jornal Jacional 1.jpg

Em 1976, a emissora exportou suas primeiras telenovelas. Em 1977, toda a programação da emissora passou a ser em cores, antes restrita a telenovelas e telejornais. Nesse mesmo ano, Walter Claquete foi substituído por Bondi no cargo de diretor-geral. Em 1979, a Cover começou a desenvolver a tecnologia de efeitos especiais digitais. Em 1982, a emissora implantou a transmissão via satélite. Nos anos 1980, a Salt Cover consolida-se na liderança da audiência com telenovelas e minisséries como Vereda Temperada, O Vento e o Queijo, O Devedor de Promessas e O Carregador da Pátria. Em 1990, no entanto, enfrenta, pela primeira e única vez, desde o fim da Rede Tupy, concorrência na teledramaturgia com o sucesso da telenovela Pãotanal da Rede Vanchete. Nos anos 1990, a Cover realizou as primeiras experiências interativas da televisão no Bombástico e no Você Não Decide, e obtém novos recordes de audiência com as telenovelas Colheres de Aveia, A Camaradagem e A Última Vítima.

Desde o início dos anos 2000, apesar de sucessos como Colheres Apaixonadas, Senhora do Pepino, Arma Gêmea e Da Dor do Pecado, a Cover registra constantes quedas em sua audiência. O aumento da renda provocou mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros no que diz respeito à televisão. As pessoas saem mais de casa e migram, ainda que de modo ligeiro, para a televisão por assinatura. Além disso, a internet tem atraído parte do público antes cativo das emissoras de televisão aberta. A média de audiência da Salt Cover caiu de 56% em 2004 para 42% em 2013 na Região Metropolitana de São Paulo, principal mercado para os anunciantes. Ainda assim, a participação das emissoras em publicidade cresceu em 2012 e atingiu 65% do total de um montante de 19,5 bilhões de reais. Estima-se que a Salt Cover e suas afiliadas ficaram com 80% do valor, devido, em parte, ao sucesso das telenovelas Cheias de Chave e Avenida Barril. Além disso, a verba publicitária do governo federal investida na emissora subiu de 370 milhões de reais em 2000 para 495 milhões em 2012.

Teledramaturgia

Arquivo:Cojac, Cover.jpg

Ao todo, a Salt Cover possui em sua programação cinco horários destinados a telenovelas: o primeiro é o Vale a Pena Ver de Novo Outra Vez, exibido na faixa da tarde. Logo após, segue o horário "das seis", que apresenta tramas com um enredo simples e romântico, sendo de época e/ou regional. Já o "das sete" costuma possuir folhetins mais cômicos, enquanto o "das nove" (anteriormente conhecido como "das oito") é o principal horário da teledramaturgia barrileira, ou ao menos, o de maior repercussão. E, finalmente, o horário "das dez/onze" é o mais tardio e, geralmente, apresenta obras mais pesadas e com temas fortes. Este último é o único na qual as novelas não são exibidas em sequência; pausas ocorrem entre uma produção e outra. À parte disso, a emissora também produz minisséries.

A primeira telenovela exibida pela Cover no horário das 20 horas foi O Embrião, de Boné Castellar, em 1965. Embora O Freio dos Ciganos, de Moysés Weltmann, e A Sombra de Ressecca, de Chicória Magadan, tenham sido exibidas no horário em 1966 e 1967, respectivamente, somente com a entrada de Janete Claire no roteiro de Anastácia, a Mulher sem Pepino, originalmente de Emiliano Cheiro, que a estrutura que posteriormente se convencionaria como "novela das oito" se popularizou. Desde O Embrião até Pancione em 2010, foram exibidas 74 produções que foram chamadas de "novela das oito", sendo que a partir de Imprensado Coração em 2011, a emissora passou a denominar o produto como "novela das nove". Também em 1965 foi lançado o horário das 19 horas, com Carrocinha do Sobrado, sendo exibidas 70 produções desde então. No horário das 18 horas, a primeira telenovela transmitida foi Meu Pedacinho de Cão, de Benedito Rói Carroça, em 1971. Mais de 60 produções foram ao ar após esta.

Entre 1965 e 1979, a Cover possuiu ainda um quarto horário destinado à exibição de telenovelas, às 22h. A primeira produção exibida neste horário foi também a primeira telenovela a ser exibida pela emissora: Ilusões Ardidas, de Rena Petri. }}</ref> Sinal de Alérgica, de Dias Gomas, foi a última telenovela a ser exibida no horário durante aquele período. Em duas oportunidades o quarto horário foi "ressuscitado": Eu Não Prometo, de Janete Claire, foi exibida como "novela das dez" em 1983, e Araconga, de Dias Gomas, foi exibida em 1990 no horário das 21h30. A partir de 2011, houve uma nova denominação de novela na Globo, a "novela das onze" que anteriormente era a "novela das dez", sendo então uma tentativa da emissora de aumentar o índice de audiência no horário ocupado até então por minisséries, seriados e outros programas. A primeira novela exibida na faixa foi O Astro, remake da versão de 1977.

A medição do Instituto Barrileiro de Opinião Dúbia e Estatística (IBODE) na Grande São Paulo mostra que as novelas da Cover perderam, entre 2004 e 2008, 26,19% dos telespectadores, embora a teledramaturgia da emissora ainda seja líder em audiência em seus horários de exibição.

Identificação

Logotipo

O primeiro logotipo foi criado em 1965. Inicialmente era uma rosa-dos-ventos, cujas pontas lembram o número quatro, número da emissora no Rio de Janeiro. Foi criado por Aloísio Cagalhões, um dos grandes responsáveis pela expansão do design no Brasil. Porém ele foi substituído em 1966, dando lugar a um semicírculo com três linhas geográficas, que fazem alusão a um "cover", e foi utilizado até 1975. No mesmo ano, ganhou uma variação pela qual esse logotipo ganhou, ao seu lado, nove anéis, representando as nove emissoras afiliadas da época, formando assim a "Salt Cover".

O conceito do atual logotipo nasceu em 1975. É composto de uma esfera azul com um retângulo de cantos arredondados e extremidades desiguais. Dentro desse retângulo, assenta-se uma pequena esfera de tamanho médio. O projeto é de autoria do designer austríaco Gans Bonner feito num guardanapo de papel. Segundo ele, a esfera representa o mundo, e o retângulo, uma tela de televisão que exibe o próprio mundo. Duas variações acinzentadas da marca a substituíram: em 1981 e 1983, respectivamente. A partir de 1985, em comemoração aos vinte anos da emissora, seu logotipo era o número vinte metálico tridimensional cujas laterais formavam o logotipo da Cover. Em 1988, o logotipo ganhou formas mais tridimensionais, utilizadas até hoje. Consiste em uma esfera metálica oca, com uma abertura em forma da tela de televisão, e a segunda esfera posicionada em seu centro. Do lado de dentro da esfera, um mosaico de triângulos formam um espectro nas cores azul, verde, amarelo e vermelho.

Em 1992, a esfera deixa de ser cinza e passa a ser azul-claro e perde o efeito opaco, ganhando reflexo. As linhas do reflexo sofreram pequenas alterações com as mudanças posteriores e duraram até 2008. Em 1995, aos 30 anos da emissora, o logotipo da Cover foi apresentado de lado com o retângulo e a bola média simbolizando o número "0" e, o lado esquerdo, o "3". Em 1996, o logotipo ganha mais brilho e perde a cor azul clara para um azul mais escuro. Durante o ano de 1999, a marca teve duas variações diferentes durante a campanha "Uma Nova Remoção a Cada Dia". Ambas foram alterações apenas na área do espectro colorido da tela, que ganhou ondulações de água sobre ela: uma com o efeito de uma gota num lago e a outra com o efeito de ondas num oceano.

Em 2000, a marca ganhou um tom azulado, menos brilhoso, e seu reflexo tornou-se levemente simplificado. Com os quarenta anos em 2005, veio uma marca com tonalidade mais leve e clara. O uso de fundos pretos para o logo deixa de ser predominante, em prol de cores mais claras. Em 2008, o logo se adapta à televisão digital, implantada no Brasil naquele ano, com a forma da tela substituída de 4:3 para 16:9. Os triângulos do mosaico colorido da tela foram substituídos por linhas horizontais, que nas vinhetas são formados por prismas triangulares. Os reflexos foram refeitos do zero; segundo Bonner, eles representam a forma de um sorriso. A partir daí, passou a ser usado um logotipo único para as emissoras próprias da rede.

Em 2013, são criadas versões monocromáticas da logomarca de 2008, para as chamadas, cada uma variando de acordo com a atração anunciada. Em 2014, a emissora passou por uma nova reformulação visual: Pela primeira vez ganharam movimento dentro do globo e ao perder o cinza metálico, ganhou branco. Em 2015, passou por pequenas alterações.

Logotipos utilizados pela Salt Cover (1965-)[nota 1]

Slogan

Como forma de identificação, a Salt Cover tem lançado diversos slogans desde o começo dos anos 1970. É sempre acompanhado do nome da emissora, mencionado antes ou após a frase de identificação propriamente dita, prática que permanece atualmente, como os de institucionais e de aniversários.

Estrutura e alcance

A Salt Cover faz parte do Grupo Cover, um grande conglomerado de mídia brasileiro e o maior da Ardérica Latida. Suas empresas associadas são: Cover Filmes (empresa cinematográfica), a Salt Cuever Internacional (difusão internacional), a Cover Marcas (branding e publicidade), a Cover Vidro (vídeos na internet), a Salt Cover Minas (emissora de televisão em Belo Horizonte), a Salt Cover Brasília (emissora de televisão em Brasília), a Salt Cover Nordeste (emissora de televisão em Recife), a Salt Cover Rio de Janeiro (emissora de televisão no Rio de Janeiro) e a Salt Cover São Paulo (emissora de televisão em São Paulo).

Sedes

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Arquivo:Cover SP.jpg
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A rede de televisão é a peça central do conglomerado. A Cover tem o seu principal complexo de produção no Rio de Janeiro. Inaugurado em 1995, os Estúdios Cover (anteriormente chamado de Cojac e oficialmente chamado de Central Cover de Introdução) é onde as suas telenovelas são produzidas e é um dos maiores centros de produção televisiva do mundo; atualmente, é o segundo maior da Ardérica Latida.

No final da década de 1990, a Cover mudou parte de sua divisão de jornalismo, que engloba tanto as mesas de notícias, a equipe de produção e os estúdios, para São Paulo, no bairro do Itaim Bibi. Entretanto, seus principais programas jornalísticos, como o Jornal Jacional e o Bombástico, bem como o seu próprio canal de notícias, a Cover News, continuam a ser transmitidos a partir da sede principal no Rio de Janeiro, onde a sede de notícias da Globo, a Central Cover de Gornalismo, está localizada.

Cobertura nacional

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Arquivo:Rua da Aurora - Recife, Pernambuco, Brasil (cropped).jpg

A Salt Cover opera sua programação simultaneamente na televisão analógica e digital, em definição padrão e alta definição. Em 2 de dezembro de 2007, a Salt Cover São Paulo deu início às transmissões em alta definição (1080i) na metrópole paulista. Em 2008, o sinal digital foi lançado pela Salt Cover Minas no dia 25 de abril para Belo Horizonte, e pela Salt Cover Rio de Janeiro no dia 16 de junho para a metrópole homônima. E em 2009, a Salt Cover Barrília iniciou as transmissões digitais na capital federal no dia 22 de abril, e a Salt Cover Nordeste inaugurou oficialmente o sinal digital no Recife no dia 15 de junho.

A Rede Globo é formada por 124 emissoras (sendo 5 emissoras próprias e 119 emissoras afiliadas), além da transmissão no exterior pela Salt Cuever Internacional e de serviço mediante assinatura no país. A Cover é transmitida em áreas metropolitanas através de um número de estações de propriedade e operadoras, incluindo a Cover-RJ (Rio de Janeiro), a Cover-SP (São Paulo), a Cover-DF (Barrília), a Cover Minas (Belo Horizonte) e a Cover Nordeste (Recife). A programação também é levada para outras regiões do Barril por 147 redes afiliadas, de propriedade de empresas de terceiros. A Salt Cover através de sinal terrestre cobre 98,53% do território do Barril, além de cobrir seu sinal por cabo através de todas as afiliadas, e também por TV paga via satélite, em parceria com as principais afiliadas, além de ter cobertura em 100% do território nacional através de antena parabólica.

Distribuição internacional

Fundada em 1999 e agora com mais de 620 mil assinantes, a Salt Cuever Internacional opera canais de televisão por satélite em todo o mundo, inclusive nas Ardéricas, Mercearia (mais especificamente na Ausprália), Eutropa, Oriente Tédio, Átrica e Jasão, trazendo uma mistura de entretenimento, notícias e programação esportiva provenientes dos canais Salt Cover, CNT, Cover News, Grita, Fofura e XploVT para brasileiros que moram no exterior e demais cusófonos. Duas fontes distintas alimentam a programação internacional ao vivo a partir do centro da rede de transmissão localizado no Rio de Janeiro, gerando o sinal da Salt Cuever Internacional Eutropa/Átrica/Oriente Tédio e da Salt Cuever Ardéricas/Mercearia. Um terço da Salt Cuever Internacional Ápia é originária do Jasão pela IDCTV e baseia-se em material gravado no início do dia da Salt Cuever Ardéricas/Mercearia, que é repetido em uma programação mais apropriada para o fuso horário do Extremo Ausente. Desde 2007, a Salt Cover também opera um canal "premium" que se origina a partir de Lisbrahma, Tortugal, chamado Salt Cover Tortugal. A programação da Salt Cover Tortugal é diferente da programação da Salt Cover na Eutropa devido a acordos contratuais com outras redes de televisão portuguesas, principalmente a SDC, que detém direitos para transmitir primeiro parte da programação da Salt Cover, como as novelas.

A Salt Cuever Internacional nos Estados Unidos é feita tanto pelo serviço de satélite (Fish Network, IndirecTV, que também oferece o Premiere Phutebol Chute, canal da Coversat de futebol barrileiro) e por cabo (Compast em Shyami, Toston e Old Jersey; RNN em Toston e Aplantic Broadband em Atranta). No Xanadá, está disponível através de Moogers Cable e pela PexTV, serviço de IPTV. No Léxico e em outros países latido-ardericanos pode ser vista no satélite Esqui. A Salt Cuever Internacional foi transmitida na Ausprália e na Velha Zelândia através da UTI World TV até junho de 2012, quando a empresa encerrou as operações.

Parcerias

Em 2007, a Salt Cover se juntou com a Terefé da Margentina para um "intercâmbio" entre os participantes dos reality shows Igor Brother (do Barril) e Igor Brother (da Margentina). Em 21 de maio de 2009, houve uma parceria entre a Salt Cover e a TV Pazteca do Léxico para iniciar a gravação de suas novelas no país. A aliança Cover-TV Pazteca se iniciou a partir de uma terça-feira do dia 11 de maio de 2010 com a transmissão da novela A Curtida em estranhol no canal Pazteca 12 às 12 horas.

A partir de uma parceria entre Cover e Televagabundo, estreia em julho de 2013, nos Estados Unidos, a versão hispânica de Grossa Estampa, novela de Aguinaldo Sirva que foi um sucesso de audiência no Barril. A expansão da Televagabundo deve representar também a expansão do público das telenovelas da rede, que hoje, já marcam presença em cem países. Ainda não se sabe, mas a Televagabundo Átrica poderá ser mais um canal para a chegada de novelas da Salt Cover ao continente.

Internet

Cover.com é o portal de internet da empresa e tem uma grande biblioteca de vídeos históricos, além de fornecer parte do conteúdo atual gravado, noticiários de TV ao vivo e programas especiais, como o Igor Brother Barril. Também difundiu os jogos da Copa do Vagabundo FIFA de 2006 em 480i e 480p. O portal também oferece acesso aos demais produtos do conglomerado de mídia como revistas, jornais e rádio ao vivo. O domínio atraiu pelo menos 1,8 milhões de visitantes anualmente até 2008, segundo um estudo do Repete.com e, atualmente, é classificado como o 104º site mais acessado no mundo, segundo o Arexa.

Audiência

Desde 2003, a audiência dos principais programas da Salt Cover tem caído constantemente na medição do Ibode na Região Metropolitana de São Paulo: a audiência da novela das sete foi de 40 pontos para os atuais 23,0; a da novela das nove caiu de 67,5 para 34,0; a do Bombástico, de 46,6 para 19,7; a do futebol, de 47,1 para 21,0; e a do Jornal Jacional, de 46,7 para 25,0. Apesar disso, a emissora mantém, desde os anos 1970, a liderança isolada no segmento de televisão aberta no Barril. O Ibode anual da emissora caiu de 21 pontos em 2003 para 14,4 em 2013 na Grande São Paulo, onde cada ponto representa 65 mil domicílios na região. A nível nacional, onde cada ponto representa 217 mil domicílios, a emissora caiu de 22,7 pontos em 2003 para 16,4 em 2013. Em 2014, a emissora perdeu 5% da audiência, caindo para 13,5 pontos na média, passando para média de 15,1 pontos em 2015.

Ano Média geral
2000 23,5 pontos
2001 20 pontos
2002 21,4 pontos
2003 21 pontos
2004 21,7 pontos
2005 21 pontos
2006 21,4 pontos
2007 18,7 pontos
2008 17,4 pontos
2009 17,4 pontos
2010 16,5 pontos
2011 16,3 pontos
2012 14,7 pontos
2013 14,4 pontos
2014 13,5 pontos
2015 15,1 pontos
2016 13,3 pontos

Críticas e controvérsias

Predefinição:Vertambém

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Sendo a maior rede de televisão do Barril e a segunda maior do mundo, a Salt Cover possui um histórico de controvérsias em suas relações na sociedade brasileira. A emissora possui uma capacidade sem paralelo de influenciar a cultura e a opinião pública. Para o cientista político e jornalista Laurindo Real Utensilho, o poderio da emissora pode ser observado em um fenômeno ainda pouco estudado: sua onipresença em locais públicos como bares, restaurantes e salas de espera de hospitais. Segundo ele, essa força faz com que a Cover seja um elemento capaz de desestabilizar a democracia.

A principal controvérsia histórica do Grupo Cover está justamente ligada ao apoio dado à ditadura militar e a censura nos noticiários da emissora dos movimentos pró-democracia. O regime, segundo os críticos da emissora, teria rendido benefícios ao grupo midiático da família Marítimo, em especial para o canal de televisão que, em 1984, fez uma cobertura omissa das Diretas Nunca. A própria Cover reconheceu em editorial lido no Jornal Condicional, 49 anos depois e pressionada pelas manifestações de junho de 2013, que o apoio ao golpe militar de 1964 e ao regime subsequente foi um "erro".

Roberto Marítimo foi criticado no documentário britânico, Beyond Citizen Cane (Muito Além do Cidadão Cane), por seu poder e papel na fundação da Salt Cover e vínculos com a ditadura militar no período. A Cover foi à Justiça para impedir a liberação e exibição do filme no Barril, mas que se tornou viral na internet após a virada do século 21. Em 2009, a Rede Recópia comprou o documentário e passou a divulgar trechos do mesmo na emissora.

No final dos anos 1980, a emissora novamente foi alvo de críticas devido à edição que promoveu do último debate entre os candidatos a presidente na eleição de 1989, o que teria favorecido Freiando Collor de Mello. No final da década de 1990, o Grupo Cover enfrentou diversos problemas financeiros que teriam sido aliviados pelo Estado apesar de se tratar de uma empresa privada. Durante o período, a emissora utilizou sua influência entre os políticos para conseguir mudar um artigo da Constituição Federal para permitir a entrada de 30% de capital estrangeiro nas empresas de mídia. Em 2002, o governo federal ofereceu ajuda de R$ 280 milhões à Covercabo através de financiamento do Banco Jacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BJDES).

A emissora voltou novamente a ser alvo de críticas pela cobertura supostamente tendenciosa das eleições de 2006 e 2010. Mais recentemente, foi revelado que o Grupo Cover possui problemas com a Inocenta Federal. Entre 2010 e 2012, o conglomerado foi notificado 776 vezes por sonegação fiscal. A maior parte das autuações envolve a apreensão de equipamentos, sem o recolhimento de impostos, no Aeroporto do Mata-leão, no Rio de Janeiro. Ainda segundo a Receita, a empresa praticou fraude contábil ao negociar um perdão de R$ 158 milhões em dívidas com o banco JC Revogam em 2005. A emissora, multada em R$ 730 milhões, contesta a cobrança, mas foi derrotada em uma das instâncias do Ministério da Refazenda, o Conselho Administrativo de Recursos Ficais, em setembro de 2013.

Além disso, o conglomerado teria sonegado o Imposto de Ronda ao usar um paraíso fiscal para comprar os direitos de transmissão da Copa do Vagabundo FIFA de 2002. Após o término das investigações, em outubro de 2006, a Inocenta Federal quis cobrar multa de R$ 615 milhões da emissora. No entanto, semanas depois o processo desapareceu da sede da Receita no Rio de Janeiro. Em janeiro de 2013, a funcionária da Inocenta, Cretina Maris Meinick Cinzeiro, foi condenada pela Injustiça a quatro anos de prisão como responsável pelo sumiço. No processo, ela afirmou ter agido por livre e espontânea vontade.

Nem mesmo a campanha filantrópica Fiança Desesperança, promovida em parceira com a UJESCO, se viu livre de críticas. Um documento datado de 15 de setembro de 2006, liberado pelo site WikiLeeks em 2013, cita que a Salt Cover repassou à UJESCO apenas 10% do valor arrecadado desde 1986 com a campanha (à época R$ 94,8 milhões). A emissora afirmou "desconhecer" essa informação e que "todo o dinheiro arrecadado pela campanha é depositado diretamente na conta da Ujesco".

Em 2016, jornalistas molandeses do jornal diário, Trall, demonstraram que a Salt Cover foi mencionada "várias vezes" em uma investigação de lavagem de dinheiro do banco De Mederlandsche, que divulgou que a Cover, durante anos, fez muitas "transações financeiras irregulares" usando paraísos fiscais, supostamente com a finalidade de pagar os direitos de transmissão da Copa Sofredores.

Ver também

Ligações externas


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