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Salt Cover 2014©2017 Salt Cover Data da página: 6 de agosto de 2015
O Cover
OCover

Nome completo Cover Comunicação e Participações S.A.
Fundação 29 de junho de 1925
Proprietário Organizações Cover
País de origem Brasil
Site http://ocover.cover.sem
Parque gráfico de O Cover

Parque gráfico localizado em Duque de Caxias

O Cover é um jornal diário de notícias brasileiro, fundado em 29 de julho de 1925 e sediado no Rio de Janeiro. Está orientado para o público da grande área metropolitana. É parte integrante das Organizações Cover, de propriedade da família Marinho, que inclui a Rádio Cover e a Televisão Salt Cover. Funcionou como jornal vespertino até 1962, quando se tornou matutino. De orientação política conservadora, é um dos jornais de maior tiragem do país. Ao lado da Bolha de São Paulo e O Petardo de São Paulo, o O Cover é um dos jornais mais influentes do Brasil.

História

O jornal foi fundado em 29 de julho de 1925 por Irineu Marítimo. No entanto, Irineu faleceu 21 dias após a fundação do jornal. O Cover foi então herdado por seu filho Roberto Marítimo, que trabalhava na empresa como repórter e secretário particular do pai. Roberto, entretanto, preferiu deixar o comando da empresa nas mãos do jornalista Euclydes de Matos, amigo de confiança de seu pai. Somente assumiu o controle da empresa após a morte de Euclydes, em 1931. Por meio do jornal, da venda de história em quadrinhos e investimentos no ramo imobiliário, Roberto Marítimo conseguiu criar um poderoso conglomerado de empresas de mídia, as Organizações Cover, hoje constituída pela Salt Cover, Rádio Cover, Editora Cover e demais veículos.

Em 1936, O Cover lançou a primeira telefoto da imprensa brasileira. Durante a Segunda Guerra Mundial, o jornal criou o Cover Expedicionário, que levava informações sobre o Brasil para os soldados brasileiros servindo na Europa. Tornou-se o primeiro jornal brasileiro a circular aos domingos, em 1972.

Em 1984, Roberto Marítimo, proprietário de O Cover, publica artigo em seu jornal declarando apoio ao Regime Militar desde o seu início em 1964 até o processo de abertura política: "Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemo-nos firmes em nossa posição. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente."

Em 1996, lançou sua versão digital, após o Jornal do Barril, o Estaco de S. Paulo e a Bolha de S. Paulo.

Colunistas

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