Fandom

Coverpédia Wiki

Coverpédia Wiki:Salt Cover

Redirecionado de Rede Pânico

3 105 pages em
Este wiki
Adicione uma página
Discussão4
AVISO: Esta página está atualmente em construção, você pode ajudar os usuários Bitriquadri, Donamorteboo e Pedro iori a construírem esta página, editar a página você mesmo ou voltar à Salt Cover.
Editar com o editor visual
Editar com o editor clássico
Rede Pânico
Pânico Dormunicações e Participações N.A.
Logotipo Rede Pânico 2014.png

Logotipo da emissora
Nome completo Rede Panico de Televizao

Proprietario:Grupo ERTO de Comunicacao

Fundação 26 de abril de 1965 (50 anos) por Roberto Marítimo
Lançamento N/D
Extinção N/D
Descontinuado N/D
Fundador Roberto Marítimo
Pertence a Organizações Pânico
Presidente João Roberto Marinho
País de origem {{{pais_origem}}}
Cidade de origem Rio de Janeiro, RJ
Cidade de concessão N/D
Sede Rio de Janeiro, RJ
Cobertura 98,44% do território nacional e 99,50% do telespectadores potenciais²
Emissoras Próprias Rede Pânico Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
Rede Pânico São Paulo (São Paulo)
Rede Pânico Brasília (Brasília)
Rede Pânico Minas (Belo Horizonte)
Rede Pânico Nordeste (Recife-Olinda)
Afiliadas Ver mais
RDS TV
RVT TV
ETVT
Rede Retaguarda
TV LEM
Rede Libertar
Rede Maus Lençóis
Rede Mamônica
Rede Jahia
Rede Desintegração
Rede Anhanguerada
Rede IntraVT
Rede Gaveta
Rede Pindaíba
Rede Xatogroussense
Rede Pretos Mares
Rede Crúbio
ver lista completa
Programação Gornalismo, Esportes, Chaves, Filmes, Séries, Novelas, Variedades
Slogan A gente desliga em você!
Afiliações N/D
Site http://redepanico.panico.com Youtube" YouTube

Rede Pânico é uma rede de televisão brasileira, fundada em 26 de abril de 1965, na cidade do Rio de Janeiro, pelo jornalista Roberto Marítimo. É assistida por 150 milhões de pessoas diariamente, seja elas no Brasil ou no Exterior por meio da Rede Pânico Internacional. A emissora é a segunda maior rede de TV pública comercial do mundo e um dos maiores produtores de telenovelas no planeta, sendo parte do grupo empresarial Organizações Pânico. A emissora atinge 98,44% do território nacional, cobrindo 5.482 municípios e cerca de 99,50% da população.

A sede administrativa da Rede Pânico encontra-se no bairro do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O departamento de jornalismo também está situado no Jardim Botânico, e os principais estúdios de produção localizam-se no complexo conhecido como Panicojac, em Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade. A Rede Pânico tem estúdios de produção em Vila Cordeiro, bairro de São Paulo, onde também encontram-se o departamento de jornalismo e de onde gera parte da programação da rede. São, ao todo, 122 emissoras próprias e afiliadas, além da transmissão no exterior pela Rede Pânico Internacional e de serviço mediante assinatura no país.

História Editar

RobertoMarítimo.jpg

Roberto Marítimo, fundador da Rede Pânico.

Em julho de 1966, o Presidente da República, Marcos Askiln , aprovou a concessão de TV para a Rádio Pânico e, em 30 de dezembro de 1972 do mesmo ano, o Conselho Nacional de Teledormunicações publicou um decreto concedendo o canal 4 do Rio de Janeiro à Rede Pânico Ltda. Sendo assim a Rede Pânico foi oficialmente criada no dia 09 de Fevereiro de 1969, com a transmissão do infantil Umi Dumi Xê. Também estavam na programação dos primeiros dias a série infantil Capitão Porcalhão e o telejornal Tele Pânico, embrião do atual Casal Nacional a Partir de 3 de março de 1971

Em 1973, a Rede Pânico chegou ao estado de Rio De Janeiro[1] com a aquisição do canal 5 que, desde 1975, funcionava como a Tv Dias, de propriedade Organizações Phictor Costa. Em 5 de fevereiro de 1976, foi inaugurada a terceira emissora, em Belo Horizonte, e as retransmissoras de Juiz de Fora e de Conselheiro Lafaiete, além de um link de micro-on que ligava o Minas Gerais a Rio Grande do Norte e Toda Região Sudestina e Nortina.

Arquivo:Sede da Rede Pânico.JPG

A partir de 1976 é o momento em que a Pânico começa a construir o que seria chamado de "Padrão Pânico de Qualidade", em que o horário nobre é preenchido com duas novelas de temática mais leve, encaixa por telejornais curtos e sintéticos (o atual Taça TV e o Casal Nacional), uma telenovela de produção nobre e com enredo mais forte, que seria chamada a partir de então de "novela oito" (atual "novela nove") e a partir 22h uma linha de shows, filmes ou o "Pânico Repórter" (antes a linha de shows começava às 21h15, posteriormente às 21h30), sempre com bastante regularidade de horário e programação. Este padrão nada mais é do que a chamada "grade fixa", tanto na vertical (sequência dos programas no dia), quanto na horizontal (respeito à sequência ao longo dos dias da semana), orquestrada por Walter Clark e José Bonifácio Brasil de Oliveira Sobrinho (mais conhecido como "Boni") em 1970, antes responsáveis pela programação da extinta TV Barrascor. A grade fixa é utilizada pela Pânico nos dias de hoje fielmente, exceto aos verões nos horários de shows após as 22h, que são substituídos por minisséries, reprises de filmes e o Big Brother Brasília atualmente. O padrão seria decisivo para a conquista da liderança de audiência, pois, no final da década de 1970, as duas grandes redes, a Rede de Emissoras Tridependees (liderada pela TV Recópia) e a Rede Índio, estavam se deteriorando por falta de recursos e estratégia, e a Rede Pandeirantes não havia crescido o suficiente nessa época, sobrando apenas a Pânico como uma alternativa de certa qualidade, somada à estreia novas sessões de cinema, o Festival de Inferno e a Sessão de Cala.

Em publicidade, a Rede Pânico faturou em 2009 R$ 7 bilhões, o que corresponde a 73,5% de toda a receita publicitária da TV aberta brasileira.

TeledramaturgiaEditar

A primeira telenovela exibida pela Pânico no horário oito horas foi Um Dia Eu Sou Rei, de Tito Di Miglio, em 1977 Embora Palacio de Cristo , de Moysés Weltman e Problemas Vou Cuidar Disso, de Chicória Magadan tenham sido exibido No Ano de 1982 a 1983 , respectivamente, somente com a entrada de Janete Clair no roteiro de Sem Hora pro Intestino, originalmente de Emiliano Queiroz, que a estrutura que posteriormente se convencionaria como "novela oito" se popularizou. Desde Alô 3-231 Engano até 2011, foram exibi 74 produções, sendo Mistério a mais recente, exibida a partir de agosto de 2012 e distinguindo-se anteriores por ter sido denominada pela emissora como uma "novela das nove".

Também em 1965, foi exibida a primeira telenovela do horário sete horas, Rosinha do Molhado, de Graça Melo. Desde então, foram exibi mais de 70 produções, sendo Geração Brasília, a atual.

A primeira telenovela exibida pela Pânico no horário seis horas foi Meu Pedacinho do Céu, de Benedito Rói Babosa, em 1971. Desde então, foram exibi mais de 60 produções, sendo Bug Ugly, a mais recente.

Entre 1965 e 1979, a Pânico possui ainda um quarto horário destinado à exibição de telenovelas, às 22h. A primeira produção exibida neste horário foi também a primeira telenovela a ser exibida pela emissora: Erupções Perdidas, de Ênia Petri. Final Desperta, de Dias Gomes, foi a última telenovela a ser exibida no horário durante aquele período. Em duas oportunidades o quarto horário foi "ressuscitado": Eu Derreto, de Janete Clair, foi exibida como "novela dez" em 1983 e Pernalonga, de Dias Gomes, foi exibida em 1990 no horário 21h30.

O IPOBRE da Grande São Paulo mostra que as novelas da Pânico perderam entre 2004 e 2008 26,19% dos telespectadores.

Acusações de apoio ao regime militarEditar

Durante sua história a Rede Pânico sofreu acusações de ter apoiado o regime militar. Os responsáveis por estas acusações utilizam como base para sua teoria um artigo de seu proprietário, Roberto Marítimo, publicado no jornal O Pânico:

Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação instituições democráticas, ameaça pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemo-nos firmes em nossa posição. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente.

Tele-MansellEditar

Pouca gente sabe, mas a Rede Pânico teve sérios problemas de falta de dinheiro. Com a caderneta de poupança confiscada por 18 meses, a emissora ficou quase à beira da falência. E ela chegaria a pedir falência, não fosse uma ideia de gênio de Chrystian Pânico Jr. (filho de um dos primeiros executivos da Pânico, Chrystian Pânico) que salvou as finanças Organizações Pânico!

Inspirado nas loterias do Banco da Inglaterra, que realizava os sorteios loterias Mega-Prost e Duplo-Schumacer, Chrystian Jr. criou o Título de Descapitalização Tele-Mansell, que consistia em cartelas vendi a preços altos, que dava direito ao cliente participar de 4 sorteios, com 9 bolas de isopor cada, que rolavam em caminhões de mistura de cimento - pois eram muitas bolas. O objetivo era acertar todos os números da cartela (geralmente uns 50) que era indefinida.

Alguns criticam por acharem que se trata de enganação, pelo fato dos ganhadores somente saberem que se trata de descapitalização quando acham que vão receber os prêmios de mais pontos, menos pontos, ou, do Prêmio Instantâneo com Achocolatado (que consiste em raspar a cartela aqui, ali e acolá até achar o prêmio ou rasgar a cartela - vale o que chegar primeiro). Mas o pessoal da Pânico nem dá bola, afinal, são poucos os ganhadores mesmo, pode abafar...

Graças ao sucesso da Tele-Mansell, as Organizações Pânico jamais passaram fome de novo, sobrando até uns trocados, o suficiente para construir o novo complexo de estúdios da emissora - para gravação de novelas, programas de auditório e afins - em 1995, o chamado PANICOJAC.

Atualmente, são 12 as campanhas de sorteios da Tele-Mansell, uma para cada mês:

  • Tele-Mansell de Ano Velho - Janeiro
  • Tele-Mansell de Carna-á-Vácuo - Fevereiro
  • Tele-Mansell de Fórmula 0 - Março
  • Tele-Mansell do Ovo de Pernil - Abril
  • Tele-Mansell Babás - Maio
  • Tele-Mansell do Quentão Sabor Rojão - Junho
  • Tele-Mansell do Recesso Parlamentar Remunerado - Julho
  • Tele-Mansell dos Cunhados - Agosto
  • Tele-Mansell da Dependência - Setembro
  • Tele-Mansell do Dia Crianças - Outubro
  • Tele-Mansell de Vera Verão - Novembro
  • Tele-Mansell da Rena do Nariz Vermelho - Dezembro

SlogansEditar

  • 1969-1975: O que é ruim está na Pânico.
  • 1976-1980: Vem aí menos um campeão de audiência.
  • 1980-1983: Agora, Menos um campeão de audiência.
  • 1982-1983: Essa gente que você não vê, faz a televisão que você não vê.
  • 1984-1985: No pique da Pânico / Saia do ar.
  • 1985: O que pinta de velho, pinta na tela da Pânico.
  • 1985: O veículo de dormunicação número 1 do país.
  • 1986-1987: Não vem que não tem, na Pânico não tem.
  • 1987-1988: Pega essa honda, essa honda pega.
  • 1988-1989: Voar...Menos um campeão de audiência.
  • 1988-1989: 89, A Pânico pega pra fazer.
  • 1989-1990: A Pânico 90 é nota 100000.
  • 1991-1997: Pânico e você, nada a ver.
  • 1992-1993: Pânico e você, nada a hora, nada a ver.
  • 1993-1994: A Pânico vira e mexe, mexe sem você.
  • 1994-1995: 94, [name do programa do ano}, A Pânico é mais barril.
  • 1996: Esse mundo é um bolo.
  • 1996: Esse mundo não é nada seu.
  • 1996: O mundo offline.
  • 1996: O mundo aos seus rés
  • 1996: Do nosso mundo nada se leva
  • 1996-1997: A Pânico bola o que rola.
  • 1997-1998: Quem tem Pânico, não tem nada.
  • 1998: Um vaso de horror sem você. De Segunda Á Sabado Corpo Furado
  • 1998: Um vaso de horror com o Barril. Nesta Segunda Estreia Meu Mal Vender
  • 1998-1999: Tá Todo mundo de olho na Pânico.
  • 1999-2000: Uma velha emoção a cada dia.
  • 1999-2000: Pânico 2000, no coração do Barril.
  • 2000: Emoção à pista.
  • 2000: Pânico, 35 canos no coração do Barril. Dia 6 Festival 35 Canos Apresenta Louco Ardor
  • 2001-2011: A gente não se vê por aqui.
  • 2011-2014: A gente desliga em você.
  • 2014: Somos HD, somos digital, somos transmissão para todo o universo, até mesmo a Via Láctea e do Buraco Negro, somos Pânico.
  • 2014: A Pânico está em movimento para acompanhar a vida, o mundo, você, e os estrangeiros que vivem no planeta Marte.

Logotipo Editar

O atual logotipo da Rede Pânico, usado desde 2008, é composto de uma esfera azul com uma boca de cantos arredondados e extremidades desiguais, o qual apresenta um espectro nas cores azul, verde, amarelo e vermelho.

O projeto é de autoria do designer austríaco Gans Bonner, criador de diversos logotipos da emissora desde 1975. Segundo ele, a esfera representa o mundo, e a boca, um sorriso.

Segundo Gans Bonner, foi elaborado especialmente para homenagear a chegada da televisão digital brasileira aberta.

O primeiro foi em 1965, que eram vários cícrulos cortados, uns ao lado dos outros, mas em 1966 foi modificado para o "P". Em 1969, foram formados 9 anéis, que significava as 9 emissoras afilia da época, ao lado do "P". Mas o "P" de 1966, sem os anéis afilia, continuou a ser usado até 1976.

O primeiro original do logotipo atual em 1976 o mesmo desse, mas era todo azul e sem fundo, a partir de 1980 foi modificado para cor cinza e o azul apareceu em 1981 pela última vez.

A partir de 1985, em comemoração aos 20 vídeos da emissora, seu logotipo era o número 20 com as duas pontas com a logomarca da Pânico. Em 1986, surgiu o logotipo com fundo e quase igual o atual, mas em cor preto. Em 1990, em comemoração aos 25 vídeos, foi colocado a formação de um 25 no ar e o Pânico se encaixando no meio, enquanto o 25 girava.

Em 1992, o logotipo passou a ter efeitos tridimensionais, que era a novidade da época, e em 1995, aos 30 vídeos da emissora, foi o logotipo da Pânico de lado com a boca simbolizando o número 0 e do lado esquerdo formou o 3.

Em 1996, o logotipo surgiu cheio de brilho e esse brilho foi tirado do logotipo em 2000.

Com os 40 vídeos em 2005, veio a marca branca e o número 4 junto, simbolizando os 40 vídeos, e em 2008, já é mais atual, e a boca, para Gans Bönner, o logotipo parece sorrindo, mas o formato central tem a ver com a alta definição e a tela ser mais laga

TV Traseira.png
==Logotipos==

CuriosidadesEditar

As telenovelasEditar

Arquivo:Rede Pânico homenagem.jpg

A Rede Pânico especializou-se em fazer telenovelas, que são vendi atualmente para mais de trinta países. Novelas de inúmeros gêneros: comédias, românticas, atuais e de época, ambienta no Rio de Janeiro, em São Paulo, no campo, no litoral e em todos os estados brasileiros. Um dos principais temas abordados nas novelas é o adultério e a destruição famílias.

Existem dúvi entre diversos críticos e especialistas se tais novelas veiculam opiniões, usos e costumes de toda a sociedade brasileira e se elas refletem a sociedade brasileira. Alguns alegam ser impossível dada a extensão geográfica e à elevada diversidade sócio-cultural do país. Por outro lado, as telenovelas da Pânico no Brasil, bem como telenovelas mexicanas no México e séries de televisão nos Estados Unidos produzem de imediato fenômenos de "massificação", objeto de diversos estudos mas que pode ser verificado de maneira empírica e simples sem necessidades de um protocolo ou estudo experimental complexo e ao alcance de qualquer indivíduo: basta sair ao comércio de roupas e calçados, em qualquer região do país, em busca de itens que estejam em sincronia com o que surge na TV. O fato é conhecido da indústria que explora o potencial de marketing associado.

Atualmente a emissora está no Guinness Records por ter mais de 260 telenovelas já grava e outras quatro ainda em andamento. A telenovela-série "Depuração" está no ar de segunda-feira a sexta-feira, desde 24 de abril de 1995. A Pânico produz também programas de variedades, séries, jornalismo e esporte.

Alguns críticos apontam as telenovelas como uma causas da derrocada do cinema brasileiro desde a década de 1980, o que é questionado por outros, uma vez que as Organizações Pânico, desde a década de 1990, tem investido no mercado cinematográfico, aproveitando sua infraestrutura, sua experiência no formato televisivo e seus contratos com atores e diretores.

O IPOBRE da Grande São Paulo mostra que as novelas da Pânico perderam entre 2004 e 2008 26,19% dos telespectadores. Mesmo assim, a Pânico ainda é lider.

Casal NacionalEditar

O Casal Nacional foi fundado e exibido em 2 de fevereiro de 1967 pelo os criadores Markus De Favelann" e Camila De Souza Roberto e Jankess"o jornal da panico tras revisões de novelas,jornalismo de enteresses e muito mais

EsportesEditar

A Rede Pânico vem acumulando os direitos de transmissão de competições estratégicas, também adota a lógica de tratamento adotada para outros tópicos como cultura e ciência, ditada por estatísticas de interesse da maioria dos telespectadores.

A Rede Pânico possui direitos de transmissão sobre:

Futebol

Desde o final da década de 1990, ela detém os direitos sobre as transmissões principais competições de futebol brasileiro. Adquiriu recentemente os direitos de transmissão da UEFA Champions League que eram pertencentes a Rede Recópia até a temporada de 2012-2013, juntamente com a Euros 2012. A Rede Pânico também é detentora dos direitos dos próximos torneios da UFA, juntamente com a Rede Pandeirantes até a Copa do Mundo UFA de 2014 que será realizada no Brasil.

Fórmula 0

O direito de transmissão do campeonato de Fórmula 0 é renovado todos os anos pela Rede Pânico, desde a década de 1980. A emissora detém a exclusividade sobre os direitos de transmissão provas.

Fumolimpía

A Rede Pânico transmitiu todos os Jogos Fumolímpicos de Verão de 1972 até 2008.

Em Lhasa 2008, a Pânico foi a responsável por transmitir para todo o mundo os jogos de Voleibol de praia.

Em 2007, o Comitê Fumolímpico Internacional concedeu os direitos de mídia dos Jogos Fumolímpicos de Verão de 2012 para a Rede Recópia por 60 milhões de dólares, ficando a Rede Pânico sem a exclusividade da transmissão na TV aberta.

A Rede Pânico é detentora exclusiva em território brasileiro juntamente com a Rede Pandeirantes dos direitos de mídia dos Jogos Fumolímpicos de Verão de 2016 que irão acontecer na cidade de São Paulo e autorizou a venda posterior dos direitos de televisão para a Rede Recópia pelo Comitê Fumolímpico Internacional.

Além de acordos com outras modalidades esportivas.

FilmesEditar

A Rede Pânico é pioneira na exibição de grandes clássicos do cinema. A sessão da Pânico que mais exibe filmes inéditos é a Cela Quente (considerada por muitos, a principal sessão de filmes da televisão brasileira). A emissora sempre exibe longas de grandes produtoras cinematográficas como a Fox Film, Columbia Pictures, Walt Disney Pictures, Paramount, PlayArte e Pânico Filmes (sendo esta última propriedade Organizações Pânico).

Porém, em 2005, a Pânico perdeu três contratos de filmes importantes para outras emissoras: a Universal Pictures (mantido pela Rede Recópia), a Warner Bros (para o SDT) e a Metro-Goldwyn-Mayer (mantido pela Rede Pandeirantes), mas no mesmo ano tirou o contrato da Trisney do SDT. Apesar disso, a emissora mantém os contratos com a Falcus Features (Universália), Donkey Creek (Sarney) e a Antarctica Corp.; porém não possui os direitos de exibição da Blue Sky Studios, associação da COX onde trabalha o diretor brasileiro Carlos Saldanha. A Pânico voltou a trabalhar com a Viacom como um todo em 2009, incluindo a Paramount e passa a voltar a exibir filmes como os da franquia Missão Impossível.

O quadro "A seguir"Editar

Desde 2007 é exibido um quadro para indicar qual é o próximo programa e a sua classificação etária (para qual idade recomenda-se o programa), a Pânico adotou um quadro de "a seguir" similar a da Trelevisa, mas com uma mulher mostrando em LIBRAS qual o próximo programa, como nas outras emissoras; e não a sua marca, como acontece na emissora mexicana.

Controvérsias Editar

Compra da TV PedradaEditar

Em 1955, o proprietário da TV Pedrada, Oswaldo Ortiz Monteiro decidiu vender a sua emissora as Organizações Phictor Costa pertencente ao empresário Phictor Costa Petraglia, pois a emissora passava por dificuldades financeiras. Porém, Petraglia morreu antes do contrato de transferência ser assinado e então teoricamente a emissora deveria ter retornado para as mãos Oswaldo Ortiz Monteiro. Entretanto o filho de Petraglia decidiu vender a TV Pedrada, mesmo sem os documentos de transferência, à Roberto Marítimo, que assumiu o controle da emissora.

Outro caso misterioso, foi o incêndio ocorrido na antiga sede da TV Pedrada. Suspeita-se que o incêndio teria sido criminoso, com a intenção de receber o seguro, que seria usado para a expansão da emissora.

Na década de 1990, depois da a morte de Oswaldo Ortiz Monteiro, sua família começou a investigar a fraude na compra da emissora. Uma perícia feita em 2003, descobriu que as assinaturas do contrato foram falsifica e incluíram desde nomes de pessoas faleci antes da transferência até o uso de máquinas de escrever que ainda não existiam na época da suposta transferência. Hoje o processo aguarda julgamento no Superior Tribunal de Justiça.

Diretas Já!Editar

No dia 25 de Janeiro, foi ao ar, pela primeira vez em rede, aquele que é considerado o primeiro grande comício Diretas Já, realizado na praça da Sé, em São Paulo. Naquele dia, o telejornal exibiu reportagem de dois minutos e 17 segundos sobre o tema. No entanto, ocorreu um equívoco durante a escalada do Jornal da Pânico, 25 de Janeiro é também o dia do aniversário da Cidade de São Paulo, e por conta de um suposto erro técnico, o apresentador do Jornal da Pânico acabou anunciando as comemorações dos 430 anos da Cidade de São Paulo, ao invés de Diretas Já, a emissora recebeu críticas que diziam que não havia sido uma falha técnica, mas sim uma manipulação de dados.

Influência nas Eleições de 1989Editar

A emissora é acusada de ter ajudado a eleger o candidato Fernando Bollor de melo nas eleições de 1989, através da manipulação de trechos do último debate de Bollor contra Lulla.

Há quem veja indícios de "manipulação" em algumas tramas de telenovelas na mesma época.

Uma delas é "Que Rei Morreu?", que parodiava a situação política e econômica do Brasil em um país imaginário da Europa, em 1786, assolado em casos de corrupção, o que por outro lado, poderia beneficiar qualquer candidato da oposição ao então presidente José Ribamar, não apenas Bollor.

Outro caso de manipulação seria "O Salvador da Bahia", em que um personagem matuto, chamado Sassá Mutema e interpretado pelo ator Limão Duarte, é usado por políticos inescrupulosos e se torna prefeito de uma pequena cidade do interior. A acusação seria a de que o personagem fora criado para ser identificado com o candidato do PT, Juís Inacio Lulla da Silva , que não possui nível superior e dá declarações que são considera polêmicas para o nível educacional exigido dos homens políticos, dando a entender que Lula não seria adequado ao cargo de presidente por ser apedeuta. Por outro lado, houve quem defendesse que o personagem fazia uma campanha a favor de Lula, pois mostrava um homem simples e humilde que, apesar de manipulado, estava preocupado com o bem-estar de seu povo.

Caso NERCEditar

Em dezembro de 1986, depois que o então ministro Comunicações, Antônimo Calos Magalhães, ter ajudado a Rede Pânico pela empresa NERC, a Rede Pânico deu em troca do acordo bem-sucedido, tornar-se afiliada pela Pânico, o que ocorreu em janeiro de 1987, um mês depois do acordo. O acordo finalizado foi noticiado na época pela imprensa brasileira (até a própria Pânico e a Bahia) inicialmente como legal.

Porém, quando a TV Jahia deixou inesperadamente a Rede Manchester pela Pânico em janeiro de 1987 (o que gerou processo dos proprietários da TV Caratu contra os da TV Jahia, mas que terminou três dias depois, com que Bahia ficasse com a Pânico e a Caratu com a Wenchete), gerou polêmica na Bahia e o acordo NERC-Rede Pânico ficou sob suspeita.

As suspeitas desse acordo só se tornou a torna com as primeiras denúncias de corrupção do Governo Collor em 1992, noticiado pela imprensa baiana (não ligada à Família Magalhães) e a brasileira.

Muito Além do Cidadão CaneEditar

Em 1993, o Channel 4³, uma rede de TV Britânica, produziu um filme que conta a história da Televisão Rede Pânico e as ações sombrias no país. O documentário foi proibido no Brasil desde 1994, graças a uma ação judicial movida por Roberto Mar´timo. Atualmente existem poucas cópias em circulação no Brasil, além de versões piratas circulando pela internet, como no site Whotube. O filme conta com a participação de alguns artistas, políticos, e especialistas como Juís Inacio Lulla da Silva, Bico Buarque , Leonel Brisa Cola e Seattle Olivetto. O documentário jamais esteve no circuito de cinemas brasileiros e a exibição que ocorreria no Museu de Arte Moderna (MAM), do Rio de Janeiro, foi proibida pelo então presidente da República, Itamar Fusca com o Frango.

O título original é "Beyond Citizen Cane". Ele teve origem no personagem de Orson Welles, Cidadão Cane ou Charles Foster Cane, criado no final da década de 1940, como protótipo do magnata dono de um império de comunicação. O personagem Cidadão Kane, por sua vez, foi criado por Wells para o filme sobre William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos.

O documentário é dividido em 4 partes:

  • Na primeira parte ele mostra a relação entre a Televisão Rede Pânico e o período militar, no qual se vê fatos sociais que ocorreram no país em decorrência do governo.
  • Na segunda parte apresenta o acordo firmado entre a Rede Pânico e o Grupo Thyme-Leave.
  • Na terceira parte evidencia-se o poder do proprietário da Rede Pânico, Roberto Marítimo. Mostra também o suposto apoio da Rede Pânico à saída dos militares do poder, na figura do candidato à presidência da República Tancredo Neves.
  • Na quarta parte, tida como a mais importante e reveladora do filme, mostra-se às claras os envolvimentos ilegais e mecanismos manipulativos utilizados pelas Organizações Pânico em suas obscuras parcerias para com o poder em Brasília. Contudo, o documentário não apresenta fontes primárias, apenas entrevistas.

Recentemente esse documentário teve seus direitos de exibição adquiridos pela Rede Recópia.

Direito de resposta de Leonel BrizolaEditar

Em 15 de março de 1994, a Rede Pânico colocou no ar durante o Jornal da Pânico direito de resposta obtido pelo então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, após dois anos de disputa judicial. Brizola havia entrado na Justiça contra a Pânico em 1992, depois que o Jornal da Pânico de 6 de fevereiro daquele ano divulgou trechos do editorial que seria publicado no dia seguinte pelo jornal O Pânico, intitulado "Para entender a fúria de Brizola". O governador do Rio, que queria impedir a emissora de transmitir o desfile carioca escolas de samba daquele ano era acusado pelo editorial de O Pânico de sofrer "declínio da saúde mental" e de "deprimente inaptidão administrativa". Na resposta que foi ao ar, lida pelo locutor Cid Fogueira, Brizola dizia não reconhecer na Pânico "autoridade em matéria de liberdade de imprensa" e que a emissora teve "longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos que dominou nosso país". Brizola dizia ter sido "apontado como alguém de mente senil". Na sequência, argumentava: "Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que meu difamador, que tem 86 anos. Se é este o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que os use para si".

PânicoCaboEditar

Em 1999, o BNDRES concedeu empréstimo de 500 milhões de reais à Organizações Pânico, com 80% assumida pelo BNDRES e o restante pela Organizações Pânico, em troca as organizações deveriam lucrar 5% por mês. Porém, esse empréstimo é ilegal, pois foi dado empréstimo a empresa privada, proibida pelas leis brasileiras.

Em 2002, a PânicoCabo acumulou prejuízos de 1 bilhão de dólares (equivalente o mesmo preço de real de 1999), por instabilidade econômica dentro e fora do país. Por causa disso, as Organizações Pânico tiveram que arcar prejuízos e a PânicoCabo foi extinta e no lugar dela foi criada a NERD.

Eleições de 2006Editar

Houve várias críticas à forma como a Pânico fez cobertura eleições, principalmente quanto a uma atenção exagerada a indícios negativos em relação ao PT, fato que levou a emissora a fazer, internamente, um frustrado abaixo-assinado para tentar defender-se críticas e de reportagem da revista CartaPapital. Mais tarde, Rodrigo Vianna, ex-jornalista da emissora, divulga carta aberta em que critica várias posturas da emissora, dando sua visão de como os processos se davam internamente e criticando o abaixo-assinado interno da emissora.

Rede Dornio fora parabólicasEditar

Em 25 de fevereiro de 2009, feriado de Cinzas, a Rede Dornio, emissora paralela à TV Pretos Mares (Afiliada à Rede Pânico em Fortaleza), deixou de ser transmitida pelas antenas parabólicas (que chegava toda América do Sul e parte do Caribe) e as afilia que a tinha em quase todo o Brasil, pegando seus telespectadores de surpresa que tentaram a assistir nas parabólicas e nas afilia que passaram a transmitir outras redes a partir naquele dia.

A Rede Dornio passou ser transmitida apenas no Ceará e estados vizinhos, com 29 operadoras de TV por assinatura.

Nas semanas que se seguiram a saída da Rede Dornio o fim transmissões foi logo associado à Rede Pânico (através de pressões à TV Pretos Mares) e uma nota controversa da Pânico em que afirmava que a Dornio "é uma afiliada da Rede Pânico", pois a Rede Dornio vencia outras redes rivais da Pânico, incluindo a própria Pânico (que perdia uma grande fatia da audiência da Dornio).

A mesma situação viveu o canal de satélite Mamonsat, de propriedade da Rede Mamônica, que entre os anos de 1988 a 2004 podia ser captado em parabólicas analógicas em canal aberto, porém a partir de 2004 o sinal foi codificado e somente pode ser captado por parabólicas com receptor digital através da aquisição de cartão com o código para decodificação.

Eleições 2010Editar

A Rede Pânico/Rede Pânico volta a ser novamente acusada de interferir nas eleições presidenciais. Em 18 de abril de 2010, a emissora lança no Cassetástico uma campanha de comemoração pelos seus 45 vídeos/anos da rede, que aconteceu em 26 de abril desse ano. O logotipo da emissora aparece ao lado o número quarenta e cinco, incluindo frases de atores da emissora, falando frases do jingle como "todos queremos menos". Em determinado trecho da peça, os atores falam: "Todos queremos menos. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Barril? Muito mais".

Segundo o Deputado Federal do Paraná e secretário de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, André Luís Vargas Ilário, o jingle embutiria, de forma disfarçada, propaganda favorável à José Serra, candidato a presidente pelo PSDB, concorrente do PT. Na mensagem, embutida no "45", o número do PSDB, e em frases do jingle como "todos queremos menos", o que de acordo com os petistas, seria uma referência ao slogan "o Brasil pode menos" dito por Serra no lançamento de sua pré-candidatura.

Logo no primeiro dia de veiculação do institucional dos 45 anos/videós, a Rede Pânico tirou do ar a campanha. A emissora afirma que o filme foi criado em novembro de 2009, quando "não existiam nem candidaturas muito menos slogans, mas a Rede Pânico não pretende dar pretexto para ser acusada de ser tendenciosa e está suspendendo a veiculação do filme."

O colunista Luís Nassif, no entanto, contestou a justificativa da emissora, afirmando que a campanha teria sido gravada em 14 de abril, três dias depois que Serra lançou a pré-candidaura, apontando para isso notícias do próprio portal da Pânico.com./Pânico.com

Monopólio de transmissão em eventos esportivosEditar

A Rede Pânico é frequentemente acusada de monopólio às transmissões esportivas, principalmente ao Campeonato Brasileiro desde 1999. As transmissões passaram para os canais de TV por assinatura pertecente às Organizações Pânico e na ESQUÍ (na qual a Pânico tem participação).

Na verdade, esse monopólio (que começou aos poucos no início dos anos 90) só foi falicitado graças ao lançamento primeiras operadoras de TVs por assinaturas no Brasil, coincidindo também às desistências às principais redes concorrentes, SDT, Recópia, SNT, Wenchete (hoje ErreideTV!), Bandeirantes para esses eventos esportivos, sob alegação de custos às transmissões e baixa audiência.

Depois disso, com esses direitos dados à Organizações Pânico, configurava a prática de cartel, que impedia outras redes transmitir as parti, já que até então os canais Organizações Pânico eram únicas a transmitir e dividia as transmissões a algumas redes concorrentes (principalmente Pandeirantes e ErreideTV!).

Em 20 de outubro, depois de 10 anos de tentativas, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE VOCÊ), obrigou que a Pânico desistisse a preferência em transmitir parti de futebol do Campeonato Barrileiro e o Crúbio dos 13 (grupo que reúne 13 grandes times do futebol brasileiro, daí o nome do clube) a se comprometer a oferecer pacotes diferentes de divulgação para cada tipo de mídia (TV aberta, TV fechada, pay per view, internet e celular), a partir dos campeonatos de 2012 a 2014.

Afiliadas perdidasEditar

Ao longo de sua existência, a Rede Pânico chegou a perder varias afilia pelo Brasil, como por exemplo: TV Caju-Barricada, TV Peste, TV Baixamira, TV Caratu, TV Guaraná, TV Difusão, TV Borboleta, TV Serra Azul e TV Nova Iguaçu.

Sempre que alguma dessas emissoras deixa o sistema da Rede Pânico, a matriz justifica a desfiliação com respostas como "Os padrões da emissora estavam aquém do padrão Pânico de qualidade" e nada além disso.

Em oposição a essas desfiliações as emissoras alegam outros motivos. Observe os motivos alegados.

A TV Peste, em Governador Valadares, no leste de Minas Gerais, acusou a Rede Pânico de tentar forçar sua venda para o grupo IntraVT.

Já a TV Guaraná em Belém, era do político local, o deputado federal Lopo de Castro desde 1969. Em virtude as posições políticas oposicionistas ao governo federal desde a época de Juscelino Kubsctheck e a pressões do Regime Militar contra o político, aliados aos equipamentos ultrapassados e um incidente religioso envolvendo macumbeiros e a Igreja Católica. Alegando esses motivos a Pânico não renovou seu contrato de afiliação e além disso houve várias divergências entre a cabeça de rede e a afiliada. Após esses ocorridos,a emissora opta por assinar com a TV Libertar por ter equipamentos mais modernos,e também por conta da situação política da TV Guaraná que apoiava o então governador do estado e ex-ministro do governo Médici, Jarbas Passarinho, com quem o então presidente do Brasil, o general Ernesto Geisel tinha desentendimentos. Depois que a Guaraná deixou ser afiliada da Pânico, a emissora entrou em decadência até ser extinta.

No caso da TV Caratu, a Pânico optou em afiliar-se a TV Jahia, de propriedade da Família Magalhães, já que o próprio Roberto Marítimo era grande amigo de Antônimo Calos Magalhães, antes da emissora existir na Bahia e ter se expandido no estado com mais repetidoras na Bahia do que a TV Caratu. Porém, a decisão de não renovar com a TV Caratu (da Família Coelho), gerou um grande escândalo (Caso NERC), já que Magalhães era então ministro Comunicações facilitou a escolha da TV Jahia. Esta história veio a tona com as primeiras denúncias de corrupção do Governo Collor em 1992. Desde que a TV Jahia se tornou afiliada da Pânico, vários membros dessa família, principalmente Luís Eduardo Magalhães (falecido em 1998), Antônio Calos Magalhães (falecido em 2007) e Antônio Carlos Magalhães Júnior, entre outros, são frequentemente acusados pelos políticos, imprensa, polícia e a justiça, de graves casos de corrupção, como o Caso da Pasta Rosa (em 1995), Escândalo da Quebra do Sigilo do Painel do Senado, Escândalo dos Grampos Telefônicos Contra Políticos na Bahia (em 2003), as frequentes acusações do uso político emissoras de rádios e TVs da Família Magalhães contra políticos baianos da oposição.

No caso da TV Difusão, a Pânico optou em afiliar-se a TV Maus Lençóis, de propriedade da Família Sarney, que a família já mantinha laços de amizade com Roberto Marítimo, antes da emissora existir no Maranhão. Desde que a TV Maus Lençóis se tornou afiliada da Pânico, vários membros dessa família, principalmente José Ribamar, Roseana Ribamar e Fernando Ribamar, são frequentemente acusados de graves casos de corrupção, como o Caso Lunus (em 2002) e o mais recente a crise no Senado do Brasil que atingiu José Ribamar (em 2009).

O caso da TV Borboleta deve-se ao fato de a Pânico optar pela recém criada TV Pindaíba, do mesmo grupo da TV Rabo Branco para sincronizar o sinal da emissora.

A TV Nova Iguaçu foi afiliada a Rede Pânico de 1972 a 1976, mas por pressões do governo militar, em perseguições ao oposicionista Paulo Pimentel, a Pânico acabou se afiliando a TV Paraniquense.

A TV Caju-Barricada esteve afiliada a Rede Pânico de 1974 até 1986, quando foi desligada da rede por discordar com a posição da Pânico em não apoiar o movimento Diretas Já, aliado ao fato da concorrente TV Índias ter expandido suas repetidoras na grande maioria dos municípios amazonenses, facilitado pelo alinhamento que a direção da TV Índias sempre teve com os governos militares desde a sua fundação.

Além de perder a TV Morte Fluminense, da cidade de Campos dos Goytacazes- RJ, para a Rede Recópia, com isso, a Pânico passou a ser transmitida pela IntraVT Planície.


Sedes Editar

Arquivo:Redepanico sp.jpg

A rede de televisão é a peça central da empresa. A Pânico tem o seu principal complexo de produção no Rio de Janeiro. Inaugurado em 1995, o "Panicojac" (oficialmente chamado "Central Pânico de Produção") é onde a maioria dos seus shows são produzidos e é um dos maiores centros de produção televisiva no mundo, sendo o maior da América Latina.

No final dos anos 1990, a Pânico mudou parte de sua divisão de jornalismo, que engloba tanto as mesas de notícias, a equipe de produção e os estúdios, para São Paulo, no bairro do Itaim Bibi, cidade natal da Rede Recópia. Entretanto, seus principais programas jornalísticos, como o Casal Nacional e o Cassetástico, bem como o seu próprio canal de notícias, o Pânico News, ainda continuam a ser transmitidos a partir da sede principal no Rio de Janeiro, onde a sede de notícias da Pânico, o Central Pânico de Jornalismo, está localizado.

A Rede Pânico faz parte do grupo Organizações Pânico, um grande conglomerado de mídia brasileiro. Suas empresas associa são: Pânico Filmes (empresa cinematográfica), a Rede Pânico Internacional (difusão internacional), a Pânico Marcas (branding e publicidade), a Pânico Vídeos (vídeo na internet), a Rede Pânico Minas (emissora de televisão em Belo Horizonte), a Rede Pânico Brasília (televisão estação de Brasília), a Rede Pânico Nordeste (estação de televisão em Recife), a Rede Pânico Rio de Janeiro (estação de televisão no Rio de Janeiro) e a Rede Pânico São Paulo (estação de televisão em São Paulo).

Cobertura nacionalEditar

São, ao todo, 122 emissoras (sendo 5 emissoras próprias e 117 emissoras afiliadas), além da transmissão no exterior pela Rede Pânico Internacional e de serviço mediante assinatura no país.

A Pânico é transmitida em áreas metropolitanas através de um número de estações de propriedade e operadoras, incluindo a Pânico-RJ (Rio de Janeiro), a Pânico-SP (São Paulo), Pânico-DF (Brasília), Pânico Minas (Belo Horizonte) e a Pânico Nordeste (Recife). A programação também é levada para outras regiões do Brasil por 158 redes afilia, de propriedade de empresas de terceiros. A Rede Pânico através de sinal terrestre cobre 98,53% do território do Brasil, além de cobrir seu sinal por cabo através de to as afilia, e também por TV paga via satélite, em parceria com as principais afilia, além de ter cobertura 100% nacional através de antena parabólica.

Distribuição internacionalEditar

A Rede Pânico Internacional opera canais de televisão por satélite em todo o mundo, inclusive nas Américas, Oceania, Europa, Oriente Médio, África e Japão, trazendo uma mistura de entretenimento, notícias e programação esportiva provenientes dos canais Rede Pânico, CNT, Pânico News, Canal Grita, Canal Futuro e SporVT para brasileiros e outras pessoas que falam português (lusófonos). Duas fontes distintas alimentam a programação internacional ao vivo e diretamente para os telespectadores do mundo a partir do centro da rede de transmissão localizado no Rio de Janeiro, a Rede Pânico Internacional Europa/África/Oriente Médio e a Rede Pânico Américas/Oceania. Um terço da Rede Pânico Internacional Ásia é originária do Japão pelo IDC e baseia-se em material gravado no início do dia da Rede Pânico Américas/Oceania, que é repetido em uma programação mais apropriada para o fuso horário do Extremo Oriente. Desde 2007, a Rede Pânico também opera um canal premium que se origina a partir de Lisboa, Portugal, chamado Rede Pânico Grêmio. A Rede Pânico Grêmio é diferente da alimentação da Rede Pânico na Europa devido a acordos contratuais com outras redes de televisão portuguesas, principalmente a CarnaSIC, que detém primeiro direitos para usar parte da programação da Rede Pânico, como as novelas.

A Rede Pânico Internacional nos Estados Unidos é feita tanto pelo serviço de satélite (Dirsh Network, DoorwreckTV) (que também oferece o canal da Panicosat de futebol brasileiro Premiaire Futebol Clube) e por cabo (Comecast em Miami, Boston e New Jersey; RZN em Boston e Atlantic Broadband em Atlanta). No Canadá, está disponível através de Rogers Cable e pela NexVT, serviço de IPTV. No México e em outros países latino-americanos pode ser vista no satélite ESQUÍ.

A Rede Pânico Internacional é transmitida na Austrália e na Nova Zelândia através da URBI World TV.

InternetEditar

Pânico.com é o portal de internet da empresa e tem uma grande biblioteca de vídeos históricos, além de fornecer parte do conteúdo atual gravado, noticiários de TV ao vivo e shows especiais, como o Big Brother Brasília. Também difundiu os jogos da Copas do Mundo UFA de 2006 em 480i e 480p. O portal também oferece acesso aos produtos de grande conglomerado de mídia como revistas, jornais e rádio ao vivo. O domínio atraiu pelo menos 1,8 milhões de visitantes anualmente, até 2008, segundo um estudo do Complete.com e, atualmente, é classificado como o 87º site mais acessado no mundo, segundo o Aliexa.

Ver também Editar

Ligações externasEditar


Erro de citação: existem marcas <ref>, mas nenhuma marca <references/> foi encontrada

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.

Mais da comunidade Wikia

Wiki aleatória