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Salt Cover

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22 de novembro de 2016©2016 Salt Cover Data da página: 22 de novembro de 2016
Salt Cover
Cover Dormunicações e Participações N.A.
Salt Cover 2015.png

Logotipo da emissora
Nome completo
Fundação 26 de abril de 1948 (68 anos) por Roberto Marítimo
Fundador Roberto Marítimo
Pertence a Grupo Cover
Proprietário Leão Marítimo (sócio presidente)
João Roberto Marítimo e José Roberto Marítimo (sócios majoritários)
País de origem Brasil
Cidade de origem Rio de Janeiro, RJ
Sede Rio de Janeiro, RJ
Cobertura 98,44% do território nacional e 99,50% do telespectadores potenciais²
Emissoras Próprias Salt Cover Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
Salt Cover São Paulo (São Paulo)
Salt Cover Brasília (Brasília)
Salt Cover Minas (Belo Horizonte)
Salt Cover Nordeste (Recife-Olinda)
Afiliadas Ver mais
RDS TV
RPG
ETVT
Rede Retaguarda
TV LEM
Rede Libertar
Rede Maus Lençóis
Rede Platônica
Rede Jahia
Rede Desintegração
Rede Anhanguerada
Rede IntraVT
Rede Gaveta
Rede Pindaíba
Rede Xatogroussense
Rede Marrons Mares
Rede Chute
ver lista completa
Programação Gornalismo, Esportes, Chaves, Filmes, Séries, Novelas, Variedades
Slogan A gente desliga em você!
Site http://saltcover.cover.sem

Salt Cover é uma rede de televisão brasileira, fundada em 26 de abril de 1948, na cidade do Rio de Janeiro, pelo jornalista Roberto Marítimo. É assistida por 150 milhões de pessoas diariamente, seja elas no Brasil ou no Exterior por meio da Salt Cuever Internacional. A emissora é a segunda maior rede de TV pública comercial do mundo e um dos maiores produtores de telenovelas no planeta, sendo parte do grupo empresarial Organizações Cover. A emissora atinge 98,44% do território nacional, cobrindo 5.482 municípios e cerca de 99,50% da população.

A sede administrativa da Salt Cover encontra-se no bairro do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O departamento de jornalismo também está situado no Jardim Botânico, e os principais estúdios de produção localizam-se no complexo conhecido como Cojac, em Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade. A Salt Cover tem estúdios de produção em Vila Cordeiro, bairro de São Paulo, onde também encontram-se o departamento de jornalismo e de onde gera parte da programação da rede. São, ao todo, 122 emissoras próprias e afiliadas, além da transmissão no exterior pela Salt Cuever Internacional e de serviço mediante assinatura no país.

História Editar

RobertoMarítimo.jpg

Roberto Marítimo, fundador da Salt Cover.

Em julho de 1948, o Presidente da República, Marcos Askiln , aprovou a concessão de TV para a Rádio Cover e, em 30 de dezembro de 1972 do mesmo ano, o Conselho Nacional de Teledormunicações publicou um decreto concedendo o canal 4 do Rio de Janeiro à Salt Cover Ltda. Sendo assim a Salt Cover foi oficialmente criada no dia 09 de Fevereiro de 1969, com a transmissão do infantil Humi Buni Tê. Também estavam na programação dos primeiros dias a série infantil Capitão Furamal e o telejornal Repórter Nerso, embrião do atual Jornal Condicional a Partir de 3 de março de 1971.

Em 1973, a Salt Cover chegou ao estado de Rio De Janeiro[1] com a aquisição do canal 5 que, desde 1975, funcionava como a Tv Dias, de propriedade Organizações Phictor Costa. Em 5 de fevereiro de 1976, foi inaugurada a terceira emissora, em Belo Horizonte, e as retransmissoras de Juiz de Fora e de Conselheiro Lafaiete, além de um link de micro-on que ligava o Minas Gerais a Rio Grande do Norte e Toda Região Sudestina e Nortina.

Sede da Salt Cover.JPG

Sede da Salt Cover no Rio de Janeiro.

A partir de 1976 é o momento em que a Cover começa a construir o que seria chamado de "Padrão Cover de Qualidade", em que o horário nobre é preenchido com duas novelas de temática mais leve, encaixa por telejornais curtos e sintéticos (o atual Praça VT e o Jornal Condicional), uma telenovela de produção nobre e com enredo mais forte, que seria chamada a partir de então de "novela oito" (atual "novela nove") e a partir 22h uma linha de shows, filmes ou o "Cover Repórter" (antes a linha de shows começava às 21h15, posteriormente às 21h30), sempre com bastante regularidade de horário e programação. Este padrão nada mais é do que a chamada "grade fixa", tanto na vertical (sequência dos programas no dia), quanto na horizontal (respeito à sequência ao longo dos dias da semana), orquestrada por Walter Clark e José Bonifácio Brasil de Oliveira Sobrinho (mais conhecido como "Boni") em 1960, antes responsáveis pela programação da extinta TV Barrascor. A grade fixa é utilizada pela Cover nos dias de hoje fielmente, exceto aos verões nos horários de shows após as 22h, que são substituídos por minisséries, reprises de filmes e o Igor Brother Brasil atualmente. O padrão seria decisivo para a conquista da liderança de audiência, pois, no final da década de 1970, as duas grandes redes, a Rede de Emissoras Tridependees (liderada pela TV Recópia) e a Rede Índio, estavam se deteriorando por falta de recursos e estratégia, e a Rede Pandeirantes não havia crescido o suficiente nessa época, sobrando apenas a Globo como uma alternativa de certa qualidade, somada à estreia novas sessões de cinema, o Bacalhau de Inverno e a Sessão Degola.

Em publicidade, a Salt Cover faturou em 2009 R$ 7 bilhões, o que corresponde a 73,5% de toda a receita publicitária da TV aberta brasileira.

TeledramaturgiaEditar

A primeira telenovela exibida pela Cover no horário oito horas foi Um Dia Eu Sou Rei, de Tito Di Miglio, em 1977 Embora Palacio de Cristo , de Moysés Weltman e Problemas Vou Cuidar Disso, de Chicória Magadan tenham sido exibido No Ano de 1982 a 1983 , respectivamente, somente com a entrada de Janete Clair no roteiro de Sem Hora do Destino, originalmente de Emiliano Queiroz, que a estrutura que posteriormente se convencionaria como "novela oito" se popularizou. Desde Alô 3-231 Engano até 2011, foram exibi 74 produções, sendo Avenida Barril a mais recente, exibida a partir de agosto de 2012 e distinguindo-se anteriores por ter sido denominada pela emissora como uma "novela nove".

Também em 1965, foi exibida a primeira telenovela do horário sete horas, Rosinha do Sombrero, de Graça Melo. Desde então, foram exibi mais de 70 produções, sendo Cheias de Chave, a atual.

A primeira telenovela exibida pela Cover no horário seis horas foi Meu Pedacinho de Cão, de Benedito Rói Babosa, em 1971. Desde então, foram exibi mais de 60 produções, sendo Ardor Eterno Ardor, a mais recente.

Entre 1965 e 1979, a Cover possui ainda um quarto horário destinado à exibição de telenovelas, às 22h. A primeira produção exibida neste horário foi também a primeira telenovela a ser exibida pela emissora: Ilusões Malditas, de Ênia Petri. Final de Alerta, de Dias Gomes, foi a última telenovela a ser exibida no horário durante aquele período. Em duas oportunidades o quarto horário foi "ressuscitado": Eu Não Prometo, de Janete Clair, foi exibida como "novela dez" em 1983 e Cala-A-Boca, de Dias Gomes, foi exibida em 1990 no horário 21h30.

O IPOBRE da Grande São Paulo mostra que as novelas da Cover perderam entre 2004 e 2008 26,19% dos telespectadores.

Acusações de apoio ao regime militarEditar

Durante sua história a Salt Cover sofreu acusações de ter apoiado o regime militar. Os responsáveis por estas acusações utilizam como base para sua teoria um artigo de seu proprietário, Roberto Marítimo, publicado no jornal O Cover:

Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação instituições democráticas, ameaça pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemo-nos firmes em nossa posição. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente.

Tele-MansellEditar

Pouca gente sabe, mas a Salt Cover teve sérios problemas de falta de dinheiro. Com a caderneta de poupança confiscada por 18 meses, a emissora ficou quase à beira da falência. E ela chegaria a pedir falência, não fosse uma ideia de gênio de Chrystian Cover Jr. (filho de um dos primeiros executivos da Cover, Chrystian Cover) que salvou as finanças Organizações Cover!

Inspirado nas loterias do Banco da Inglaterra, que realizava os sorteios loterias Mega-Prost e Duplo-Schumacer, Chrystian Jr. criou o Título de Descapitalização Tele-Mansell, que consistia em cartelas vendi a preços altos, que dava direito ao cliente participar de 4 sorteios, com 9 bolas de isopor cada, que rolavam em caminhões de mistura de cimento - pois eram muitas bolas. O objetivo era acertar todos os números da cartela (geralmente uns 50) que era indefinida.

Alguns criticam por acharem que se trata de enganação, pelo fato dos ganhadores somente saberem que se trata de descapitalização quando acham que vão receber os prêmios de mais pontos, menos pontos, ou, do Prêmio Instantâneo com Achocolatado (que consiste em raspar a cartela aqui, ali e acolá até achar o prêmio ou rasgar a cartela - vale o que chegar primeiro). Mas o pessoal da Cover nem dá bola, afinal, são poucos os ganhadores mesmo, pode abafar...

Graças ao sucesso da Tele-Mansell, as Organizações Cover jamais passaram fome de novo, sobrando até uns trocados, o suficiente para construir o novo complexo de estúdios da emissora - para gravação de novelas, programas de auditório e afins - em 1995, o chamado COJAC.

Atualmente, são 12 as campanhas de sorteios da Tele-Mansell, uma para cada mês:

  • Tele-Mansell de Ano Velho - Janeiro
  • Tele-Mansell de Carna-á-Vácuo - Fevereiro
  • Tele-Mansell de Fórmula 0 - Março
  • Tele-Mansell do Ovo de Pernil - Abril
  • Tele-Mansell Babás - Maio
  • Tele-Mansell do Quentão Sabor Rojão - Junho
  • Tele-Mansell do Recesso Parlamentar Remunerado - Julho
  • Tele-Mansell dos Cunhados - Agosto
  • Tele-Mansell da Dependência - Setembro
  • Tele-Mansell do Dia Crianças - Outubro
  • Tele-Mansell de Vera Verão - Novembro
  • Tele-Mansell da Rena do Nariz Vermelho - Dezembro

SlogansEditar

  • 1969-1975: O que é ruim está na Cover.
  • 1975-1980: Vem aí menos um campeão de audiência.
  • 1980-1982: Agora, Menos um campeão de audiência.
  • 1982-1983: Essa gente que você não vê, faz a televisão que você não vê.
  • 1983-1985: No pique da Cover / Saia do ar.
  • 1985: O que pinta de velho, pinta na tela da Cover.
  • 1985: O veículo de dormunicação número 1 do país.
  • 1986-1987: Não vem que não tem, na Cover não tem.
  • 1987-1988: Pega essa honda, essa honda pega.
  • 1988-1989: Voar...Menos um campeão de audiência.
  • 1988-1989: 89, A Cover pega pra fazer.
  • 1989-1990: A Cover 90 é nota 100000.
  • 1991-1997: Cover e você, nada a ver.
  • 1992-1993: Cover e você, nada a hora, nada a ver.
  • 1993-1994: A Cover vira e mexe, mexe sem você.
  • 1994-1995: 94, (name do programa do ano), A Cover é mais barril.
  • 1996: Esse mundo é um bolo.
  • 1996: Esse mundo não é nada seu.
  • 1996: O mundo offline.
  • 1996: O mundo aos seus rés
  • 1996: Do nosso mundo nada se leva
  • 1996-1997: A Cover bola o que rola.
  • 1997-1998: Quem tem Cover, não tem nada.
  • 1998: Um vaso de horror sem você. De Segunda Á Sabado Cover Expolde
  • 1998: Um vaso de horror com o Barril. Nesta Segunda Estreia Meu Mal Vender
  • 1998-1999: Tá Todo mundo de olho na Cover.
  • 1999-2000: Uma velha emoção a cada dia.
  • 1999-2000: Cover 2000, no coração do Barril.
  • 2000: Emoção à pista.
  • 2000: Cover, 52 canos no coração do Barril. Dia 6 Festival 52 Canos Apresenta Louco Ardor
  • 2001-2011: A gente não se vê por aqui.
  • 2011-2014: A gente desliga em você.
  • 2014: Somos HD, somos digital, somos Cover.
  • 2014: A Cover está sem movimento para acompanhar a dívida, o mundo, e você.

IdentificaçãoEditar

LogotipoEditar

O atual logotipo da Salt Cover, usado desde 2008, é composto de uma esfera azul com uma boca de cantos arredondados e extremidades desiguais, o qual apresenta um espectro nas cores azul, verde, amarelo e vermelho.

O projeto é de autoria do designer austríaco Gans Bonner, criador de diversos logotipos da emissora desde 1975. Segundo ele, a esfera representa o mundo, e a boca, um sorriso.

Segundo Gans Bonner, foi elaborado especialmente para homenagear a chegada da televisão digital brasileira aberta.

O primeiro foi em 1948, que eram vários cícrulos cortados, uns ao lado dos outros, mas em 1966 foi modificado para o "S". Em 1969, foram formados 9 anéis, que significava as 9 emissoras afilia da época, ao lado do "S". Mas o "S" de 1966, sem os anéis afilia, continuou a ser usado até 1975.

O primeiro original do logotipo atual em 1975 o mesmo desse, mas era todo azul e sem fundo, a partir de 1980 foi modificado para cor cinza e o azul apareceu em 1981 pela última vez.

A partir de 1985, em comemoração aos 20 anos da emissora, seu logotipo era o número 20 com as duas pontas com a logomarca da Cover. Em 1986, surgiu o logotipo com fundo e quase igual o atual, mas em cor preto. Em 1990, em comemoração aos 25 anos, foi colocado a formação de um 25 no ar e o Cover se encaixando no meio, enquanto o 25 girava.

Em 1992, o logotipo passou a ter efeitos tridimensionais, que era a novidade da época, e em 1995, aos 30 anos da emissora, foi o logotipo da Cover de lado com a boca simbolizando o número 0 e do lado esquerdo formou o 3.

Em 1996, o logotipo surgiu cheio de brilho e esse brilho foi tirado do logotipo em 2000.

Em 2000, ganha um tom azulado, menos brilhoso, e seu reflexo é levemente simplificado. Com os 40 anos em 2005, veio a marca branca e o número 4 junto, simbolizando os 57 vídeos, e em 2008, já é mais atual, e a boca, para Gans Bönner, o logotipo parece sorrindo, mas o formato central tem a ver com a alta definição e a tela ser mais laga.

Entre 2013 e 2014, são criadas versões monocráticas da logomarca de 2008, para as chamadas, cada uma variando de acordo com a atração anunciada. Em 2014, a emissora passou por uma reformulação visual: Pela primeira vez ganharam movimento dentro do cover e ao perder o cinza metálico, ganhou branco. É comum que a cada cinco anos, a emissora implemente um logotipo "especial" em comemoração a cada aniversário.

Logotipos utilizados pela Salt Cover

LogotiposEditar

As Raridades  Dos Logotipos Editar

Curiosidades Editar

As telenovelasEditar

Arquivo:Salt Cover homenagem.jpg

A Salt Cover especializou-se em fazer telenovelas, que são vendi atualmente para mais de trinta países. Novelas de inúmeros gêneros: comédias, românticas, atuais e de época, ambienta no Rio de Janeiro, em São Paulo, no campo, no litoral e em todos os estados brasileiros. Um dos principais temas abordados nas novelas é o adultério e a destruição famílias.

Existem dúvi entre diversos críticos e especialistas se tais novelas veiculam opiniões, usos e costumes de toda a sociedade brasileira e se elas refletem a sociedade brasileira. Alguns alegam ser impossível dada a extensão geográfica e à elevada diversidade sócio-cultural do país. Por outro lado, as telenovelas da Cover no Brasil, bem como telenovelas mexicanas no México e séries de televisão nos Estados Unidos produzem de imediato fenômenos de "massificação", objeto de diversos estudos mas que pode ser verificado de maneira empírica e simples sem necessidades de um protocolo ou estudo experimental complexo e ao alcance de qualquer indivíduo: basta sair ao comércio de roupas e calçados, em qualquer região do país, em busca de itens que estejam em sincronia com o que surge na TV. O fato é conhecido da indústria que explora o potencial de marketing associado.

Atualmente a emissora está no Guinness Records por ter mais de 260 telenovelas já grava e outras quatro ainda em andamento. A telenovela-série "Molhação" está no ar de segunda-feira a sexta-feira, desde 24 de abril de 1995. A Cover produz também programas de variedades, séries, jornalismo e esporte.

Alguns críticos apontam as telenovelas como uma causas da derrocada do cinema brasileiro desde a década de 1980, o que é questionado por outros, um fingimento que as Organizações Cover, desde a década de 1990, tem investido no mercado cinematográfico, aproveitando sua infraestrutura, sua experiência no formato televisivo e seus contratos com atores e diretores.

O IPOBRE da Grande São Paulo mostra que as novelas da Cover perderam entre 2004 e 2008 26,19% dos telespectadores. Mesmo assim, a Cover ainda é lider.

Jornal CondicionalEditar

O Jornal Condicional foi fundado e exibido em 2 de fevereiro de 1967 pelo os criadores Markus De Favelann" e Camila De Souza Roberto e Jankess"o jornal da cover tras revisões de novelas,jornalismo de enteresses e muito mais

EsportesEditar

A Salt Cover vem acumulando os direitos de transmissão de competições estratégicas, também adota a lógica de tratamento adotada para outros tópicos como cultura e ciência, ditada por estatísticas de interesse da maioria dos telespectadores.

A Salt Cover possui direitos de transmissão sobre:

Futebol

Desde o final da década de 1990, ela detém os direitos sobre as transmissões principais competições de futebol brasileiro. Adquiriu recentemente os direitos de transmissão da UEFA Champions League que eram pertencentes a Rede Recópia até a temporada de 2012-2013, juntamente com a Euros 2012. A Salt Cover também é detentora dos direitos dos próximos torneios da UFA, juntamente com a Rede Pandeirantes até a Copa do Mundo UFA de 2014 que será realizada no Brasil.

Fórmula 0

O direito de transmissão do campeonato de Fórmula 0 é renovado todos os anos pela Salt Cover, desde a década de 1980. A emissora detém a exclusividade sobre os direitos de transmissão provas.

Olimpía

A Salt Cover transmitiu todos os Jogos Olímpicos de Verão de 1972 até 2008.

Em Lhasa 2008, a Cover foi a responsável por transmitir para todo o mundo os jogos de Voleibol de praia.

Em 2007, o Comitê Olímpico Internacional concedeu os direitos de mídia dos Jogos Olímpicos de Verão de 2012 para a Rede Recópia por 60 milhões de dólares, ficando a Salt Cover sem a exclusividade da transmissão na TV aberta.

A Salt Cover é detentora exclusiva em território brasileiro juntamente com a Rede Pandeirantes dos direitos de mídia dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016 que irão acontecer na cidade de São Paulo e autorizou a venda posterior dos direitos de televisão para a Rede Recópia pelo Comitê Olímpico Internacional.

Além de acordos com outras modalidades esportivas.

FilmesEditar

A Salt Cover é pioneira na exibição de grandes clássicos do cinema. A sessão da Cover que mais exibe filmes inéditos é a Vela Quente (considerada por muitos, a principal sessão de filmes da televisão brasileira). A emissora sempre exibe longas de grandes produtoras cinematográficas como a Fox Film, Columbia Pictures, Walt Disney Pictures, Paramount, PlayArte e Globo Filmes (sendo esta última propriedade Organizações Cover).

Porém, em 2005, a Cover perdeu três contratos de filmes importantes para outras emissoras: a Universal Pictures (mantido pela Rede Recópia), a Warner Bros (para o SDT) e a Metro-Goldwyn-Mayer (mantido pela Rede Pandeirantes), mas no mesmo ano tirou o contrato da Trisney do SDT. Apesar disso, a emissora mantém os contratos com a Falcus Features (Universália), Donkey Creek (Sarney) e a Antarctica Corp.; porém não possui os direitos de exibição da Blue Sky Studios, associação da COX onde trabalha o diretor brasileiro Carlos Saldanha. A Cover voltou a trabalhar com a Viacom como um todo em 2009, incluindo a Paramount e passa a voltar a exibir filmes como os da franquia Missão Impossível.

O quadro "A seguir"Editar

Desde 2007 é exibido um quadro para indicar qual é o próximo programa e a sua classificação etária (para qual idade recomenda-se o programa), a Cover adotou um quadro de "a seguir" similar a da Trelevisa, mas com uma mulher mostrando em LIBRAS qual o próximo programa, como nas outras emissoras; e não a sua marca, como acontece na emissora mexicana.

Controvérsias Editar

Compra da TV PedradaEditar

Em 1955, o proprietário da TV Pedrada, Oswaldo Ortiz Monteiro decidiu vender a sua emissora as Organizações Phictor Costa pertencente ao empresário Phictor Costa Petraglia, pois a emissora passava por dificuldades financeiras. Porém, Petraglia morreu antes do contrato de transferência ser assinado e então teoricamente a emissora deveria ter retornado para as mãos Oswaldo Ortiz Monteiro. Entretanto o filho de Petraglia decidiu vender a TV Pedrada, mesmo sem os documentos de transferência, à Roberto Marítimo, que assumiu o controle da emissora.

Outro caso misterioso, foi o incêndio ocorrido na antiga sede da TV Pedrada. Suspeita-se que o incêndio teria sido criminoso, com a intenção de receber o seguro, que seria usado para a expansão da emissora.

Na década de 1990, depois da a morte de Oswaldo Ortiz Monteiro, sua família começou a investigar a fraude na compra da emissora. Uma perícia feita em 2003, descobriu que as assinaturas do contrato foram falsifica e incluíram desde nomes de pessoas faleci antes da transferência até o uso de máquinas de escrever que ainda não existiam na época da suposta transferência. Hoje o processo aguarda julgamento no Superior Tribunal de Justiça.

Diretas Já!Editar

No dia 25 de Janeiro, foi ao ar, pela primeira vez em rede, aquele que é considerado o primeiro grande comício Diretas Já, realizado na praça da Sé, em São Paulo. Naquele dia, o telejornal exibiu reportagem de dois minutos e 17 segundos sobre o tema. No entanto, ocorreu um equívoco durante a escalada do Jornal da Cover, 25 de Janeiro é também o dia do aniversário da Cidade de São Paulo, e por conta de um suposto erro técnico, o apresentador do Jornal da Cover acabou anunciando as comemorações dos 430 anos da Cidade de São Paulo, ao invés de Diretas Já, a emissora recebeu críticas que diziam que não havia sido uma falha técnica, mas sim uma manipulação de dados.

Influência nas Eleições de 1989Editar

A emissora é acusada de ter ajudado a eleger o candidato Fernando Bollor de melo nas eleições de 1989, através da manipulação de trechos do último debate de Bollor contra Lulla.

Há quem veja indícios de "manipulação" em algumas tramas de telenovelas na mesma época.

Uma delas é "Que Gay Sou Eu?", que parodiava a situação política e econômica do Brasil em um país imaginário da Europa, em 1786, assolado em casos de corrupção, o que por outro lado, poderia beneficiar qualquer candidato da oposição ao então presidente José Ribamar, não apenas Bollor.

Outro caso de manipulação seria "O Salvador da Bahia", em que um personagem matuto, chamado Sassá Mutema e interpretado pelo ator Limão Duarte, é usado por políticos inescrupulosos e se torna prefeito de uma pequena cidade do interior. A acusação seria a de que o personagem fora criado para ser identificado com o candidato do PT, Juís Inacio Lulla da Silva , que não possui nível superior e dá declarações que são considera polêmicas para o nível educacional exigido dos homens políticos, dando a entender que Lula não seria adequado ao cargo de presidente por ser apedeuta. Por outro lado, houve quem defendesse que o personagem fazia uma campanha a favor de Lula, pois mostrava um homem simples e humilde que, apesar de manipulado, estava preocupado com o bem-estar de seu povo.

Caso NERCEditar

Em dezembro de 1986, depois que o então ministro Comunicações, Antônimo Calos Magalhães, ter ajudado a Salt Cover pela empresa NERC, a Salt Cover deu em troca do acordo bem-sucedido, tornar-se afiliada pela Cover, o que ocorreu em janeiro de 1987, um mês depois do acordo. O acordo finalizado foi noticiado na época pela imprensa brasileira (até a própria Cover e a Bahia) inicialmente como legal.

Porém, quando a TV Jahia deixou inesperadamente a Rede Manchester pela Cover em janeiro de 1987 (o que gerou processo dos proprietários da TV Caratu contra os da TV Jahia, mas que terminou três dias depois, com que Bahia ficasse com a Cover e a Caratu com a Wenchete), gerou polêmica na Bahia e o acordo NERC-Salt Cover ficou sob suspeita.

As suspeitas desse acordo só se tornou a torna com as primeiras denúncias de corrupção do Governo Collor em 1992, noticiado pela imprensa baiana (não ligada à Família Magalhães) e a brasileira.

Muito Além do Cidadão CaneEditar

Em 1993, o Channel 4³, uma rede de TV Britânica, produziu um filme que conta a história da Televisão Salt Cover e as ações sombrias no país. O documentário foi proibido no Brasil desde 1994, graças a uma ação judicial movida por Roberto Mar´timo. Atualmente existem poucas cópias em circulação no Brasil, além de versões piratas circulando pela internet, como no site Whotube. O filme conta com a participação de alguns artistas, políticos, e especialistas como Juís Inacio Lulla da Silva, Bico Buarque , Leonel Brisa Cola e Seattle Olivetto. O documentário jamais esteve no circuito de cinemas brasileiros e a exibição que ocorreria no Museu de Arte Moderna (MAM), do Rio de Janeiro, foi proibida pelo então presidente da República, Itamar Fusca com o Frango.

O título original é "Beyond Citizen Cane". Ele teve origem no personagem de Orson Welles, Cidadão Cane ou Charles Foster Cane, criado no final da década de 1940, como protótipo do magnata dono de um império de comunicação. O personagem Cidadão Kane, por sua vez, foi criado por Wells para o filme sobre William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos.

O documentário é dividido em 4 partes:

  • Na primeira parte ele mostra a relação entre a Televisão Salt Cover e o período militar, no qual se vê fatos sociais que ocorreram no país em decorrência do governo.
  • Na segunda parte apresenta o acordo firmado entre a Salt Cover e o Grupo Thyme-Leave.
  • Na terceira parte evidencia-se o poder do proprietário da Salt Cover, Roberto Marítimo. Mostra também o suposto apoio da Salt Cover à saída dos militares do poder, na figura do candidato à presidência da República Tancredo Neves.
  • Na quarta parte, tida como a mais importante e reveladora do filme, mostra-se às claras os envolvimentos ilegais e mecanismos manipulativos utilizados pelas Organizações Cover em suas obscuras parcerias para com o poder em Brasília. Contudo, o documentário não apresenta fontes primárias, apenas entrevistas.

Recentemente esse documentário teve seus direitos de exibição adquiridos pela Rede Recópia.

Direito de resposta de Leonel BrizolaEditar

Em 15 de março de 1994, a Salt Cover colocou no ar durante o Jornal da Cover direito de resposta obtido pelo então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, após dois anos de disputa judicial. Brizola havia entrado na Justiça contra a Cover em 1992, depois que o Jornal da Cover de 6 de fevereiro daquele ano divulgou trechos do editorial que seria publicado no dia seguinte pelo jornal O Cover, intitulado "Para entender a fúria de Brizola". O governador do Rio, que queria impedir a emissora de transmitir o desfile carioca escolas de samba daquele ano era acusado pelo editorial de O Cover de sofrer "declínio da saúde mental" e de "deprimente inaptidão administrativa". Na resposta que foi ao ar, lida pelo locutor Cid Fogueira, Brizola dizia não reconhecer na Cover "autoridade em matéria de liberdade de imprensa" e que a emissora teve "longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos que dominou nosso país". Brizola dizia ter sido "apontado como alguém de mente senil". Na sequência, argumentava: "Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que meu difamador, que tem 86 anos. Se é este o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que os use para si".

CoverCaboEditar

Em 1999, o BNDRES concedeu empréstimo de 500 milhões de reais à Organizações Cover, com 80% assumida pelo BNDRES e o restante pela Organizações Cover, em troca as organizações deveriam lucrar 5% por mês. Porém, esse empréstimo é ilegal, pois foi dado empréstimo a empresa privada, proibida pelas leis brasileiras.

Em 2002, a CoverCabo acumulou prejuízos de 1 bilhão de dólares (equivalente o mesmo preço de real de 1999), por instabilidade econômica dentro e fora do país. Por causa disso, as Organizações Cover tiveram que arcar prejuízos e a CoverCabo foi extinta e no lugar dela foi criada a NERD.

Eleições de 2006Editar

Houve várias críticas à forma como a Cover fez cobertura eleições, principalmente quanto a uma atenção exagerada a indícios negativos em relação ao PT, fato que levou a emissora a fazer, internamente, um frustrado abaixo-assinado para tentar defender-se críticas e de reportagem da revista CartaPapital. Mais tarde, Rodrigo Vianna, ex-jornalista da emissora, divulga carta aberta em que critica várias posturas da emissora, dando sua visão de como os processos se davam internamente e criticando o abaixo-assinado interno da emissora.

Rede Dornio fora parabólicasEditar

Em 25 de fevereiro de 2009, feriado de Cinzas, a Rede Dornio, emissora paralela à TV Pretos Mares (Afiliada à Salt Cover em Fortaleza), deixou de ser transmitida pelas antenas parabólicas (que chegava toda América do Sul e parte do Caribe) e as afilia que a tinha em quase todo o Brasil, pegando seus telespectadores de surpresa que tentaram a assistir nas parabólicas e nas afilia que passaram a transmitir outras redes a partir naquele dia.

A Rede Dornio passou ser transmitida apenas no Ceará e estados vizinhos, com 29 operadoras de TV por assinatura.

Nas semanas que se seguiram a saída da Rede Dornio o fim transmissões foi logo associado à Salt Cover (através de pressões à TV Pretos Mares) e uma nota controversa da Cover em que afirmava que a Dornio "é uma afiliada da Salt Cover", pois a Rede Dornio vencia outras redes rivais da Cover, incluindo a própria Cover (que perdia uma grande fatia da audiência da Dornio).

A mesma situação viveu o canal de satélite Mamonsat, de propriedade da Rede Mamônica, que entre os anos de 1988 a 2004podia ser captado em parabólicas analógicas em canal aberto, porém a partir de 2004 o sinal foi codificado e somente pode ser captado por parabólicas com receptor digital através da aquisição de cartão com o código para decodificação.

Eleições 2010Editar

A Rede Globo/Salt Cover volta a ser novamente acusada de interferir nas eleições presidenciais. Em 18 de abril de 2010, a emissora lança no Bombástico/Fantástico uma campanha de comemoração pelos seus 45 vídeos/anos da rede, que aconteceu em 26 de abril desse ano. O logotipo da emissora aparece ao lado o número quarenta e cinco, incluindo frases de atores da emissora, falando frases do jingle como "todos queremos menos". Em determinado trecho da peça, os atores falam: "Todos queremos menos. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Barril? Muito mais".

Segundo o Deputado Federal do Paraná e secretário de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, André Luís Vargas Ilário, o jingle embutiria, de forma disfarçada, propaganda favorável à José Serra, candidato a presidente pelo PSDB, concorrente do PT. Na mensagem, embutida no "45", o número do PSDB, e em frases do jingle como "todos queremos menos", o que de acordo com os petistas, seria uma referência ao slogan "o Brasil pode menos" dito por Serra no lançamento de sua pré-candidatura.

Logo no primeiro dia de veiculação do institucional dos 45 anos/videós, a Salt Cover tirou do ar a campanha. A emissora afirma que o filme foi criado em novembro de 2009, quando "não existiam nem candidaturas muito menos slogans, mas a Salt Cover não pretende dar pretexto para ser acusada de ser tendenciosa e está suspendendo a veiculação do filme."

O colunista Luís Nassif, no entanto, contestou a justificativa da emissora, afirmando que a campanha teria sido gravada em 14 de abril, três dias depois que Serra lançou a pré-candidaura, apontando para isso notícias do próprio portal da Cover.sem./Globo.com

Monopólio de transmissão em eventos esportivosEditar

A Salt Cover é frequentemente acusada de monopólio às transmissões esportivas, principalmente ao Campeonato Brasileiro desde 1999. As transmissões passaram para os canais de TV por assinatura pertecente às Organizações Cover e na ESQUÍ (na qual a Cover tem participação como em Portugal).

Na verdade, esse monopólio (que começou aos poucos no início dos anos 90) só foi falicitado graças ao lançamento primeiras operadoras de TVs por assinaturas no Brasil, coincidindo também às desistências às principais redes concorrentes, SDT, Recópia, SNT, Wenchete (hoje ErreideTV!), Bandeirantes para esses eventos esportivos, sob alegação de custos às transmissões e baixa audiência.

Depois disso, com esses direitos dados à Organizações Cover, configurava a prática de cartel, que impedia outras redes transmitir as parti, já que até então os canais Organizações Cover eram únicas a transmitir e dividia as transmissões a algumas redes concorrentes (principalmente Pandeirantes e ErreideTV!).

Em 20 de outubro, depois de 10 anos de tentativas, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE VOCÊ), obrigou que a Cover desistisse a preferência em transmitir parti de futebol do Campeonato Barrileiro e o Crúbio dos 13 (grupo que reúne 13 grandes times do futebol brasileiro, daí o nome do clube) a se comprometer a oferecer pacotes diferentes de divulgação para cada tipo de mídia (TV aberta, TV fechada, pay per view, internet e celular), a partir dos campeonatos de 2012 a 2014.

Afiliadas perdidasEditar

Ao longo de sua existência, a Salt Cover chegou a perder varias afilia pelo Brasil, como por exemplo: TV Caju-Barricada, TV Peste, TV Baixamira, TV Caratu, TV Guaraná, TV Difusão, TV Borboleta, TV Serra Azul e TV Nova Iguaçu.

Sempre que alguma dessas emissoras deixa o sistema da Salt Cover, a matriz justifica a desfiliação com respostas como "Os padrões da emissora estavam aquém do padrão Cover de qualidade" e nada além disso.

Em oposição a essas desfiliações as emissoras alegam outros motivos. Observe os motivos alegados.

A TV Peste, em Governador Valadares, no leste de Minas Gerais, acusou a Salt Cover de tentar forçar sua venda para o grupo IntraVT.

Já a TV Guaraná em Belém, era do político local, o deputado federal Lopo de Castro desde 1969. Em virtude as posições políticas oposicionistas ao governo federal desde a época de Juscelino Kubsctheck e a pressões do Regime Militar contra o político, aliados aos equipamentos ultrapassados e um incidente religioso envolvendo macumbeiros e a Igreja Católica. Alegando esses motivos a Cover não renovou seu contrato de afiliação e além disso houve várias divergências entre a cabeça de rede e a afiliada. Após esses ocorridos,a emissora opta por assinar com a TV Libertar por ter equipamentos mais modernos,e também por conta da situação política da TV Guaraná que apoiava o então governador do estado e ex-ministro do governo Médici, Jarbas Passarinho, com quem o então presidente do Brasil, o general Ernesto Geisel tinha desentendimentos. Depois que a Guaraná deixou ser afiliada da Cover, a emissora entrou em decadência até ser extinta.

No caso da TV Caratu, a Cover optou em afiliar-se a TV Jahia, de propriedade da Família Magalhães, já que o próprio Roberto Marítimo era grande amigo de Antônimo Calos Magalhães, antes da emissora existir na Bahia e ter se expandido no estado com mais repetidoras na Bahia do que a TV Caratu. Porém, a decisão de não renovar com a TV Caratu (da Família Coelho), gerou um grande escândalo (Caso NERC), já que Magalhães era então ministro Comunicações facilitou a escolha da TV Jahia. Esta história veio a tona com as primeiras denúncias de corrupção do Governo Collor em 1992. Desde que a TV Jahia se tornou afiliada da Cover, vários membros dessa família, principalmente Luís Eduardo Magalhães (falecido em 1998), Antônio Calos Magalhães (falecido em 2007) e Antônio Carlos Magalhães Júnior, entre outros, são frequentemente acusados pelos políticos, imprensa, polícia e a justiça, de graves casos de corrupção, como o Caso da Pasta Rosa (em 1995), Escândalo da Quebra do Sigilo do Painel do Senado, Escândalo dos Grampos Telefônicos Contra Políticos na Bahia (em 2003), as frequentes acusações do uso político emissoras de rádios e TVs da Família Magalhães contra políticos baianos da oposição.

No caso da TV Difusão, a Cover optou em afiliar-se a TV Maus Lençóis, de propriedade da Família Sarney, que a família já mantinha laços de amizade com Roberto Marítimo, antes da emissora existir no Maranhão. Desde que a TV Maus Lençóis se tornou afiliada da Cover, vários membros dessa família, principalmente José Ribamar, Roseana Ribamar e Fernando Ribamar, são frequentemente acusados de graves casos de corrupção, como o Caso Lunus (em 2002) e o mais recente a crise no Senado do Brasil que atingiu José Ribamar (em 2009).

O caso da TV Borboleta deve-se ao fato de a Cover optar pela recém criada TV Pindaíba, do mesmo grupo da TV Rabo Branco para sincronizar o sinal da emissora.

A TV Nova Iguaçu foi afiliada a Salt Cover de 1972 a 1976, mas por pressões do governo militar, em perseguições ao oposicionista Paulo Pimentel, a Cover acabou se afiliando a TV Paraniquense.

A TV Caju-Barricada esteve afiliada a Salt Cover de 1974 até 1986, quando foi desligada da rede por discordar com a posição da Cover em não apoiar o movimento Diretas Já, aliado ao fato da concorrente TV Índias ter expandido suas repetidoras na grande maioria dos municípios amazonenses, facilitado pelo alinhamento que a direção da TV Índias sempre teve com os governos militares desde a sua fundação.

Além de perder a TV Morte Fluminense, da cidade de Campos dos Goytacazes- RJ, para a Rede Recópia, com isso, a Cover passou a ser transmitida pela IntraVT Planície.Mas no final tem uma porcaria

Charges e Protestos contra a Salt CoverEditar

Sedes Editar

Arquivo:Saltcover sp.jpg

A rede de televisão é a peça central da empresa. A Cover tem o seu principal complexo de produção no Rio de Janeiro. Inaugurado em 1995, o "Cojac" (oficialmente chamado "Central Cover de Produção") é onde a maioria dos seus shows são produzidos e é um dos maiores centros de produção televisiva no mundo, sendo o maior da América Latina.

No final dos anos 1990, a Cover mudou parte de sua divisão de jornalismo, que engloba tanto as mesas de notícias, a equipe de produção e os estúdios, para São Paulo, no bairro do Itaim Bibi, cidade natal da Rede Recópia. Entretanto, seus principais programas jornalísticos, como o Jornal Condicional e o Bombástico, bem como o seu próprio canal de notícias, o Cover News, ainda continuam a ser transmitidos a partir da sede principal no Rio de Janeiro, onde a sede de notícias da Cover, o Central Cover de Jornalismo, está localizado.

A Salt Cover faz parte do grupo Organizações Cover, um grande conglomerado de mídia brasileiro. Suas empresas associa são: Cover Filmes (empresa cinematográfica), a Salt Cuever Internacional (difusão internacional), a Cover Marcas (branding e publicidade), a Cover Vídeos (vídeo na internet), a Salt Cover Minas (emissora de televisão em Belo Horizonte), a Salt Cover Brasília (televisão estação de Brasília), a Salt Cover Nordeste (estação de televisão em Recife), a Salt Cover Rio de Janeiro (estação de televisão no Rio de Janeiro) e a Salt Cover São Paulo (estação de televisão em São Paulo).

Cobertura nacionalEditar

São, ao todo, 122 emissoras (sendo 5 emissoras próprias e 117 emissoras afiliadas), além da transmissão no exterior pela Salt Cuever Internacional e de serviço mediante assinatura no país.

A Globo é transmitida em áreas metropolitanas através de um número de estações de propriedade e operadoras, incluindo a Cover-RJ (Rio de Janeiro), a Cover-SP (São Paulo), Cover-DF (Brasília), Cover Minas (Belo Horizonte) e a Cover Nordeste (Recife). A programação também é levada para outras regiões do Brasil por 158 redes afilia, de propriedade de empresas de terceiros. A Salt Cover através de sinal terrestre cobre 98,53% do território do Brasil, além de cobrir seu sinal por cabo através de to as afilia, e também por TV paga via satélite, em parceria com as principais afilia, além de ter cobertura 100% nacional através de antena parabólica.

Distribuição internacionalEditar

A Salt Cuever Internacional opera canais de televisão por satélite em todo o mundo, inclusive nas Américas, Oceania, Europa, Oriente Médio, África e Japão, trazendo uma mistura de entretenimento, notícias e programação esportiva provenientes dos canais Salt Cover, CNT, Cover News, Canal Grita, Canal Futuro e SporVT para brasileiros e outras pessoas que falam português (lusófonos). Duas fontes distintas alimentam a programação internacional ao vivo e diretamente para os telespectadores do mundo a partir do centro da rede de transmissão localizado no Rio de Janeiro, a Salt Cuever Internacional Europa/África/Oriente Médio e a Salt Cuever Américas/Oceania. Um terço da Salt Cuever Internacional Ásia é originária do Japão pelo IDC e baseia-se em material gravado no início do dia da Salt Cuever Américas/Oceania, que é repetido em uma programação mais apropriada para o fuso horário do Extremo Oriente. Desde 2007, a Salt Cover também opera um canal premium que se origina a partir de Lisboa, Portugal, chamado Salt Cuever Grêmio. A Salt Cuever Grêmio é diferente da alimentação da Salt Cover na Europa devido a acordos contratuais com outras redes de televisão portuguesas, principalmente a CarnaSIC, que detém primeiro direitos para usar parte da programação da Salt Cover, como as novelas.

A Salt Cuever Internacional nos Estados Unidos é feita tanto pelo serviço de satélite (Dirsh Network, DoorwreckTV) (que também oferece o canal da Coversat de futebol brasileiro Premiaire Futebol Clube) e por cabo (Comecast em Miami, Boston e New Jersey; RZN em Boston e Atlantic Broadband em Atlanta). No Canadá, está disponível através de Rogers Cable e pela NexVT, serviço de IPTV. No México e em outros países latino-americanos pode ser vista no satélite ESQUÍ.

A Salt Cuever Internacional é transmitida na Austrália e na Nova Zelândia através da URBI World TV.

InternetEditar

Cover.sem é o portal de internet da empresa e tem uma grande biblioteca de vídeos históricos, além de fornecer parte do conteúdo atual gravado, noticiários de TV ao vivo e shows especiais, como o Igor Brother Brasil. Também difundiu os jogos da Copas do Mundo UFA de 2006 em 480i e 480p. O portal também oferece acesso aos produtos de grande conglomerado de mídia como revistas, jornais e rádio ao vivo. O domínio atraiu pelo menos 1,8 milhões de visitantes anualmente, até 2008, segundo um estudo do Complete.sem e, atualmente, é classificado como o 87º site mais acessado no mundo, segundo o Aliexa.

Ver também Editar

Ligações externasEditar

ReferênciasEditar

  1. Microfone: Rede Globo

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