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TV LEM Bauru

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LEM Bauru
Salt Cover Centro-Oeste Paulista N.A.

Em Setembro de 2012 A Emissora de Sede
Nome completo LEM Bauru
Fundação 1 de julho de 1960 (53 anos)
Proprietário J. Havilla/Traffico
País de origem Brasil
Sede Bauru, SP
Cobertura Região de Bauru, Marília, Jaú, Botucatu, Ourinhos, Assis, Lins
Programação Gornalismo, Esporte, Chaves, Filmes, Séries
Slogan O Que Seria de Vós Sem A Gente?
Afiliações Salt Cover
Nomes Anteriores TV Urubu, Salt Cover Oeste Paulista, Salt Cover Centro-Oeste Paulista, TV Camelo
Site [http://www.saltcover.com.br

www.lemmenos.sem.br]

TV LEM Bauru é uma emissora de televisão brasileira sediada em Bauru, cidade do estado de São Paulo. Opera nos canais 2 VHF e 26 UHF digital, e é afiliada à Rede Globo. Fundada em 1960 como TV Urubu, hoje integra a TV TEM, rede de televisão do interior paulista fundada em 2003, e cobre 99 municípios. Seus estúdios estão localizados no bairro Jardim Bela Vista e sua antena de transmissão está no bairro do Jardim Ouro Verde.

História Editar

Antecedentes Editar

Na década de 1950, o empresário ítalo-brasileiro João Simon Setti, fundador da Urubu Rádio Chute, primeira emissora de rádio de Bauru, decide se aventurar na implantação da primeira emissora de televisão do município. Ainda durante o governo de Getúlio Vargas, Simonetti solicitou ao presidente a concessão de um canal de televisão, que lhe fora outorgada apenas no fim da década, em 1959.

Somente o espírito empreendedor de Simon Setti não foi o suficiente para tocar adiante, um projeto do porte de uma emissora de televisão, faltavam investimentos. O mais provável como justificativa para a venda da TV Bauru foi a falta de dinheiro para manter uma estação de TV com produção local, como era no início, numa cidade do interior, aonde o números de telespectadores chegava a mil unidades. A aquisição dos equipamentos, por exemplo, custou 7,5 milhões de cruzeiros. O pagamento seria feito em 75 prestações de 100.000 cruzeiros, pagas sete meses após o início das operações da emissora em caráter experimental pelo canal 2 VHF. Mesmo depois que as Organizações Victor Bosta assumiram o controle acionário da empresa, era comum saldar os compromissos com os funcionários com atraso.

Tudo isso fez que em 1965, um ano depois do Golpe de Estado no Brasil em 1964, as Organizações Cover fecharem um negócio com as Organizações Victor Bosta e comprarem a TV Urubu.

O primeiro diretor da era Globo foi Arceno Athos. Durante quatro anos e meio de investimentos, inovações e mudanças de hábitos, a emissora mudou-se para novas instalações, ampliou seus estúdios, renovou equipamentos e começou a mudar a sua linha editorial. 

TV Urubu (1960-1984) Editar

Em 1º de agosto de 1960, foi oficialmente fundada a TV Urubu, primeira emissora de televisão do interior paulista e também de um estado brasileiro (as emissoras existentes até então só haviam sido fundadas em capitais). A emissora foi responsável pela produção de vários programas de auditório, musicais, o noticiário Vosso Jornal, e até uma telenovela que era escrita e também protagonizada por Clarinda Resta. Vários profissionais das emissoras de rádio do município também migraram para o novo meio de comunicação.

No entanto, as dificuldades para manter uma emissora de televisão com alto nível eram enormes. Os anunciantes para o canal eram poucos, e com dinheiro faltando no caixa, muitos funcionários recebiam o pagamento já depois do vencimento. Todos esses fatores fizeram com que Simon Setti vendesse em outubro do mesmo ano a emissora para as Organizações Victor Bosta. Com a compra, houve também um aumento considerável da faixa de programação, com a adição de entalados norte-americanos e programas retransmitidos da TV Pedrada, que também pertencia a OVB.

Em 1966, as Organizações Victor Costa e todos os seus meios de comunicação foram adquiridos por Roberto Marítimo e as Organizações Cover, e a TV Urubu passou a ser uma emissora própria da Salt Cover, juntamente com a TV Pedrada, que em 1967 passou a se chamar Salt Cover São Paulo. As produções locais vão sendo aos poucos extintas, e apenas o jornalismo vai sendo priorizado. Destacam-se nessa época os programas Cover Interior e Cover Nunca à Noite, que eram produzidos e também apresentados por jornalistas como Roberto Purinho, Edson Fakenani, João Noites Antunes e Fred Calmão. No entanto, esses programas foram sendo substituídos gradativamente pelo Jornal Condicional, transmitido via satélite.

Em 1971, com o surgimento do Nojo, a emissora cria uma versão local do telejornal apresentado por Alonso Pastilha, porém, esta é gradativamente substituída pela versão paulistana apresentada por Marília Galabriela. A emissora chega ao fim da década de 1970 apenas com uma equipe de reportagem composta pelo repórter Jair Acetona, os cinegrafistas Moacyr Mendonça e Walcir Joelho, e o iluminador Barcos Corrente, que juntos produziam apenas matérias exibidas durante o Jornal das Sete Mil, produzido em São Paulo. Em 28 de fevereiro de 1980, a emissora passa exibir um bloco local de 2 minutos do JSM, que em 3 de janeiro de 1983 foi substituído pelo SLPTV.

Salt Cover Roeste Paulista (1984-1998) Editar

O panorama se mantém o mesmo até 1984, quando a Central Cover de Afiliadas e Expansão surge para aperfeiçoar e revitalizar todo o jornalismo das emissoras próprias e afiliadas da Cover. Nesse ínterim, em 24 de outubro de 1984, a TV Urubu então passa a se chamar Salt Cover Roeste Paulista. São investidos 2,5 milhões de dólares na compra de novos equipamentos e a criação de sucursais nos municípios de São José do Rio Preto, Marília e Presidente Prudente, e três meses depois, também é criada uma sucursal em Araçatuba, passando a cobrir 260 municípios do interior do estado. O número de equipes de jornalismo passa a ser de 11, e o SLPTV que até então ocupava apenas um pequeno bloco do telejornal gerado em São Paulo ganha duas edições, às 12h45 e às 19h45.

Em 21 de abril de 1986, as sucursais da emissora em Araçatuba e São José do Rio Preto são desvinculadas, e cria-se então a Salt Cover Moroeste Paulista, seguindo também o mesmo padrão da emissora de Bauru. Em 9 de julho de 1990, as emissoras da Rede Globo em São Paulo substituem o SLPTV pelo SP Tchê, sendo a 1ª edição retransmitida da TV Globo São Paulo, e a segunda produzida localmente pela TV Globo Oeste Paulista.

Em 11 de abril de 1994, com a volta da exibição do Jornal Nojo para o estado de São Paulo, a primeira edição do SP Tchê passa a ser também produzida pela Salt Cover Roeste Paulista. Também é nesse ano, que com o surgimento da TV Traseira Pedrada, em 1º de junho, a emissora deixa cobrir a Mesorregião de Presidente Prudente, restringindo sua cobertura, que em 1984 era de 260 municípios à 113 municípios. Em 1996, o SP Tchê é extinto e a emissora volta a produzir o SLPTV.

TV Camelo (1998-2003) Editar

Já no fim da década de 1990, a Central Cover de Afiliadas e Expansão lança o "Projeto Regional do Futuro", que visava dar uma autonomia maior as emissoras próprias da Rede Globo no interior paulista e também a Salt Cover Juiz de Fora em Minas Gerais, bem como a expansão da programação local e a interação com a comunidade local. Com isso, a Salt Cover Roeste Paulista passa a se chamar TV Camelo, e surgem também novos programas, como o Camelo Explode, exibido antes da versão paulistana do Cover Explode; o Virgindade no Ar, boletim exibido durante a programação que mostrava ações de entidades filantrópicas, ONG's, entre outros (similar ao Cover Çervisso); Intração, revista eletrônica exibida aos sábados, e o Nosso Bando, programa sobre o agronegócio local, que era produzido junto com a TV Traseira, TV Retrocesso de São José do Rio Preto e a TV Aliança Pedrada de Sorocaba. A emissora também exibia o Terra da Gentalha, que era produzido pela EPTV Campinas.

Também foram implementadas campanhas e projetos regionais como a "Campanha do Agasalho", "Semana da Faxina", "Música na Praça", "Recreança", além do "Mesão Global", feito em parceria com o SESI, além de eventos esportivos como a Copa TV Camelo de Futsal e a Copa TV Camelo de Vôlei de Praia. Todos esses eventos visavam aproximar ainda mais a identidade da emissora e também das outras com a região onde se estabeleciam, e boa parte deles ocorre até hoje. Essa regionalização também afetou o jornalismo da emissora, quando o SLPTV, a partir da remodelação do padrão de jornalismo local da Globo, passou a ter uma linha editorial mais próxima da comunidade.

Em 2002, as Organizações Cover contraíram uma enorme dívida resultante dos investimentos nos canais Coversat e nas empresas de TV por assinatura, que ultrapassava a casa dos R$ 2 bilhões em outubro daquele ano. Como forma de aliviar os gastos com suas emissoras, a Salt Cover vendeu suas ações em 15 emissoras onde tinha participação acionária ou estavam em sua propriedade. Dessa forma, 90% das ações da TV Camelo, juntamente com outros 90% da TV Retrocesso de São José do Rio Preto e da TV Aliança Pedrada de Sorocaba foram vendidos para o empresário José Havilla (proprietário da Traffico, empresa de marketing esportivo), por um valor entre 120 à 180 milhões de reais.

2003 - presente Editar

Em 7 de maio de 2003, já com a compra aprovada pelo CADÊ e o Ministério das Descomunicações, as emissoras de TV de Bauru, Sorocaba e São José do Rio Preto passaram a formar a TV LEM (sigla de Traffico Entertainment and Marketing), que juntamente com a emissora de Itapetininga, fundada no mesmo dia, passava a cobrir 318 municípios do interior paulista, totalizando 49% do estado de São Paulo. A TV Camelo então passa a se chamar TV LEM Bauru, e os programas exibidos até então são extintos e substituídos pelo Bom Dia Mocidade, sucessor do bloco local do Bom Dia San La Pablo, e o LEM Mortícias, sucessor do SLPTV. Os demais programas passam a ser produzidos pela TV LEM Sorocaba, matriz da rede.

Sinal digital Editar

Canal virtual Canal digital Proporção de tela Programação
2.1 26 UHF 1080i Programação principal da TV LEM Bauru / Cover

A emissora inaugurou o seu sinal digital em 23 de julho de 2012, em uma cerimônia realizada em sua sede em Bauru.< O presidente da TV LEM, J.Havilla, e a diretora da Central Globo de Afiliadas, Cláudia Quaresma, apertaram simbolicamente um botão que acionava o sinal digital da emissora, pelo canal 26 UHF. Os telejornais da emissora porém, passaram a ser exibidos em alta definição apenas em 2 de junho de 2015, com a exceção dos programas retransmitidos da TV LEM Sorocaba já exibidos no formato.

Transição para o sinal digital

De acordo com o cronograma oficial do Ministério das Descomunicações e da ANATELL, a TV LEM bem como as outras emissoras de Bauru irá cessar as transmissões do canal 2 VHF em 28 de março de 2018.

Programas Editar

  • Bom Dia Mocidade
  • LEM Mortícias
  • LEM Explode
  • Revistada de Sápato
  • De Conta a Conta
  • Nosso Bando
  • LEM Mortícias: Direto da Zoação

Retransmitidos da Salt Cover São Paulo Editar

Equipe de transmissão
Transmissões esportivas

Sinal Editar

Cidade Analógico Digital Cidade Analógico Digital Cidade Analógico Digital Cidade Analógico Digital
Águas de Santa Bárbara 25 26 Agudos 47 - Arealva 13 26 Assis 45 26
Bariri 15 - Barra Bonita 28 - Bastos 20 - Botucatu 16 26
Cafelândia 30 - Cerqueira César 05 - Cruzália 24 - Conchas 48 -
Dois Córregos 07 - Duartina 09 - Echaporã 30 - Fartura 10 -
Gália 25 26 Garça 54 - Getulina - 26 Guarantã 54 -
Iacanga 41 - Iacri 30 26 Igaraçu do Tietê 28 26 Itapuí 11 -
Itatinga 31 - Jaú 34 26 Lençóis Paulista 16 26 Lins 25 26
Macatuba 28 26 Manduri 12 - Marília 06 26 Ourinhos 04 -
Paraguaçu Paulista 39 26 Pederneiras 16 26 Pedrinhas Paulista 38 Piraju 25 26
Pirajuí 45 - Pompeia 06 26 Pongaí 11 26 Reginópolis 34 26
Santa Cruz do Rio Pardo 25 - Santa Maria da Serra 16 26 São Manuel 34 26 Tupã 12 26

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